The Only Exception
Sexta-feira, 24 de Junho de 2011

capítulo 11. ♥

a bolsa era minha. eu iria para londres daqui a um mês. finalmente eu iria poder realizar o meu maior sonho, mas devido as coisas com o kevin eu não conseguia estar totalmente feliz. eu precisava dele, e não o tinha. conseguimos ganhar no concurso, para infelicidade do thomas e da nancy, que ficaram quase em último.

jeniffer: vão-nos chamar dentro de minutos, para nos entregar o prémio. estão aqui todos ?

eu: falta o kevin. - disse quase num sussurro.

jeniffer: vai à procura dele, se faz favor. mas rápido.

eu: mas eu ?

jeniffer: sim. há algum problema ? - perguntou desconfiada.

eu: não, nenhum. venho já então. - saí da beira deles.

estava com medo, não estava preparada para falar com ele. não depois de ele ter posto o nosso fim, não iria sequer conseguir proferir o que quer que seja, e eu sabia-o bem. não queria dar parte fraca, mas a verdade é que sem ele eu ficava bastante vulnerável. pude vê-lo acompanhado, pelo colín, pela fay e por outra rapariga que eu nunca tinha visto na vida. ela estava agarrado a ele, e ambos pareciam felizes. boa, o meu fim iria ser agora. não tinha como engolir o medo, não tinha como enfrentar aquela situação e isso assustava-me. eu estava indefesa, sem saber como agir. algo que nunca me aconteceu, desde que descobri a traição do thomas.

fiquei a saber da pior maneira que sem ele, eu era frágil. como uma boneca de porcelana. e eu não queria de todo isso, eu queria ser independente, não precisar de ninguém. eu estava a perder o controlo da minha vida, e isso não me agradava minimamente.

passei a mão no cabelo, como um espécie de incentivo. sem sequer perceber já me encontrava à frente deles, marcada por cada olhar.

eu: vão-nos chamar para entregar o prémio e a jeniffer mandou-me vir-te chamar - esforcei um sorriso, e virei costas.

consegui ouvir a rapariga que estava abraçada a ele a perguntar-lhe "é aquela ?" não deu para perceber a sua resposta, até porque acho que não houve. fui em direcção ao meu grupo, até dois corpos me barrarem o caminho. era o thomas e a nancy. não precisava de mais nada.

thomas: com que então ganhas-te.

eu: é, diz-se que sim.

nancy: por sorte - disse chocada.

eu: há quem lhe chame sorte, eu cá chamo talento.

thomas: ouvi dizer que o teu namorado te deixou - deu um gargalhada sarcástica - sozinha brendinha ?

eu: cala-te.

thomas: então e porquê ?

olhei para ele de cima a baixo e sorri. finalmente tinha conseguido perceber o que ele realmente era. e sinceramente não era de todo o que eu queria para mim. por um lado foi bom isto ter acontecido, pude perceber que mesmo ele tendo sido importante no passado, actualmente não passava de um porco que não interessava nem ao menino jesus. não lhe respondi, nem sequer valia o esforço. desviei-me deles e continuei o meu caminho, até ao meu grupo. tempos depois apareceu o kevin. olhei para ele, mas ele desviou o olhar.

fomos chamados, e lá fomos recebidos por sorrisos e apalusos. nada mais gratificante que isso. quando saimos do palco vi o meu irmão, ele sorriu-me e então decidi ir ter com ele.

eu: então ? - ri-me.

dudu: ouvi dizer que ganhas-te a bolsa - sorriu-me.

eu: pois foi - dei um guincho - é minha.

dudu: eu sabia que ias conseguir - despenteou-me.

eu: ey ! - ri-me - vieste-me ver, foi ?

dudu: também - riu-se - a minha namorada quis vir ver o namorado.

eu: ela está cá ?

dudu: está.

eu: é hoje que conheço a minha cunhadinha ? - gozei.

dudu: acho que sim.

eu: finalmente ! - dramatizei.

ele riu-se, de mim - para variar. consegui ver a blair acompanhada pelo kevin, quando me viu sorriu-me. ele nem se dignou a olhar-me. tinha que me começar a habituar a isso. ela despediu-se dele e veio ter comigo.

blair: depois preciso falar contigo - olhou para mim - arranjei o que querias - disse direccionando-se ao meu irmão.

dudu: a sério ? - perguntou surpreendido - como é que conseguiste ?

blair: convence-te de uma coisa: eu consigo sempre tudo. - riu-se e caminhou até ele.

dudu: nada convencida - agarrou-a pela cintura.

blair: pois não, só realista e ciente das minhas capacidades - riu-se e beijou-o.

ela beijou-o ? ela beijou-o ! porquê que ela o beijou ? estava-me a sentir perdida. desde quando ? eles conheciam-se ? bizarro.

eu: amh ? - disse após separarem o beijo.

dudu: que foi ? - riu-se.

eu: vocês conhecem-se ? ou melhor: vocês namoram ?

dudu: sim, ela é a minha namorada.

eu: quê ? - estava demasiado surpreendida.

como ele dizia o piercing no nariz era mesmo uma aliança, ela também tinha uma. não estava à espera que fosse ela, nem nos meus sonhos poderia imaginar que a blair irmã do kevin, fosse a namorado do meu irmão. a ironia da vida, era lixada. e eu cada vez mais me apercebia disso.

dudu: princesa, venho já, está bem ?

blair: vais a casa ? - torceu o nariz.

dudu: vou, a minha mãe ligou-me ao bocado - acariciou-lhe o rosto - venho já. - beijou-a e logo depois saiu.

mal o seu olhar debateu com o meu, percebi que iria ter que ter uma conversa com ela. caminhei até aos camarins, ela seguiu-me. quando chegamos lá, sentei-me à frente do espelho a retirar a maquilhagem, sobre o seu olhar atento. ela sabia de tudo, e nem era necessário dizer-me isso, via-se na forma como me olhava.

blair: porquê ? - começou - ele gosta de ti.

eu: e eu dele - parei de retirar a maquilhagem com a toalhita e olhei para ele - errei, admito. mas não posso fazer mais nada.

blair: ele está mal, brenda.

eu: eu também - continuei de fazer o estava a fazer - eu sei que és irmã dele, mas o que eu menos preciso agora é de lições de moral. eu sei o que fiz e as consequências desses actos, não preciso que mos digas.

blair: longe de mim querer dar-te lições, só acho que agiste mal.

eu: eu sei - deitei a toalhita ao lixo - ele acabou comigo, não tenho mais nada a fazer.

desprendi o cabelo, e deixei-o cair-me pelas costas. tirei as sapatilhas, e quando ia desapertar o nó da t-shirt, a porta foi aberta brutamente. assustei-me, mas logo descansei ao perceber que não passava da nancy. de uma forma desajeitada e nervosa ela colocou-se à minha frente. algo me dizia que ela sabia que tinha sido traída e não tinha curtido muito. óh malvado mundo, porquê esse castigo tão grande para uma doce rapariga como ela ? ah, dane-se ! também fez o mesmo comigo.

nancy: eu vou-te rebentar toda ! - gritou - o thomas é meu !

eu: menos, muito menos - olhei para ela - fica com ele, não o quero para nada.

nancy: não o queres mas beijaste-o ! - gritou - não vales nada !

eu: ahahah - ri irónicamente - chegas a ser engraçada. que moral tens tu para me vir falar disso ? enxerga-te nancy, deves ter a memória curta, só pode. e para a tua informação foi ele que me beijou. estás a perder qualidades nancy querida. - provoquei.

blair: como é que soubeste disso ? - perguntou, fazendo notar a sua presença naquele lugar.

nancy: o thomas atirou isso à cara ao idiota do teu namorado - olhou para a blair - e tu quem és ?

blair: a irmã do idiota, óh coisa mamuda - olhou-a de cima a baixo - não me admira que ele te tenha trocado.

nancy: como é quié ? - aproximou-se da blair - tu queres ver o que a coisa mamuda pode fazer à tua cara ?

blair: não. já vi o que a tua mãe fez com a tua, e não me agradou muito - deu um sorriso provocador.

não me consegui controlar, e comecei-me a rir. irritando mais a nancy. no momento em que ela ia protestar o kevin apareceu no camarim, com o lábio rebentado. ficamos todas com caras de parvas a olhar para ele. quando ele num tom muito natural disse:

ele: alguém tem betadine ?

blair: o quê que se passou ? - foi logo ter com ele.

ele: um idiota testou a minha paciência - deu uma de ombros - já não o faz  mais.

nancy: o quê que tu fizeste ao meu namorado ? - disse toda histérica.

ele: nada - riu-se - au ! - queixou-se, e levou a mão ao lábio.

nancy: fica longe do meu namorado ! - fez uma cara extremamente estranha e virou-me costas, acabando por sair.

eu: eu fico - ergui a sobrancelha.

blair: bren trata tu do meu irmão, que o dudu já está à minha espera - disse guardando o telemóvel no bolso.

ele: não é preciso - tentou evitar ao máximo que aquilo acontecesse.

blair: é preciso sim, e nem penses ir para casa com isso assim - pôs-se em bicos de pés e depositou-lhe um beijo na testa - comporta-te. tchau brenda - olhou para mim e acenou-me.

eu: tchau - retribui o sorriso, até deixar de a ver.

estava agora só eu e ele naquele camarim. estava extremamente nervosa, e isso notava-se. ele podia já não querer nada comigo, mas eu não me deixava de preocupar com ele. num acto impensável, caminhei até ele e toquei-lhe no lábio, como era de esperar ele recuou com a dor.

afastei-me dele e fui procurar a caixa de primeiros socorros, acabei por a encontrar. mandei-o sentar, e com muito esforço lá o fez. ele quando queria conseguia ser mesmo muito teimoso. tirei o que precisava, e comecei por lhe desinfectar o golpe que tinha no lábio. quando acabei olhei-o nos olhos, desta vez não me virou a cara, encarou-me igualmente. mordi o lábio inferior, o que atraiu a sua atenção para esse mesmo sitio. o cheiro dele estava-me a deixar atordoada, a sua respiração cada vez mais pesada estava-me a por nervosa. precisava urgentemente de me afastar dele. irónico, não ?

decidi arrumar tudo, não iria adiantar de nada estar naquele chove que não molha. fechei a mala, e quando me virei para a ir pousar umas mãos puxaram-me. era ele. sem sequer puder reagir, caí no seu colo e deixei a caixa vermelha que à momentos tinha na mão, cair no chão. começava a ser um hábito. fechei os olhos, assim que senti o seu rosto colado ao meu. ele deixava-me sem reacção possível. deu-me um beijo na bochecha e outro no pescoço, deixando-me totalmente arrepiada. ele conhecia bem os meus pontos fracos. com uma mão começou a entrar por dentro da t-shirt, acariciando-me a barriga. quando chegou ao meu peito, apertou-o fazendo-me gemer. eu queria-o, como da primeira vez. eu queria-o sem limites. eu estava totalmente viciada nalgo que iria ter que acabar dentro de um mês.

levantei-me - com algum esforço - do seu colo, deixando-o ficar confuso. sobre o seu olhar atento caminhei até à porta, trancando-a.

eu: não quero ser interrompida - sorri-lhe.

ele apenas se riu. levantou-se e tirou a camisola, vindo depois ao meu encontro. prensou-me contra a parede e atacou por completo o meu pescoço. com alguma pressa e falta de jeito, desapertou-me os calções e baixou-mos, acabando eu própria por os tirar. fiz o mesmo com as suas calças, mas ao contrário de mim, foi ele que as desceu. descalçou-se antes de tirar as calças por completo, sem mais demoras tirei a t-shirt. deixando-me apenas protegida pela roupa interior.

ele ficou por alguns momentos a olhar para o meu corpo, como se fosse a primeira vez que o estava a ver. sobre um olhar curioso, beijou-me o seio esquerdo. fazendo-me instintivamente fechar os olhos e morder o lábio inferior, para tentar calar o gemido que teimava em sair. desapertou-me o soutien, sem nunca deixar de me olhar nos olhos. quando o conseguiu tirar finalmente beijou-me o ombro direito, seguindo para o pescoço, pelo queixo e acabando na minha boca. começamos logo o beijo de uma forma bruta, e decerto modo sofrida. percebi logo, mal os recebi, que eram aqueles lábios que pertenciam aos meus, não os do thomas. com as suas mãos suaves e seguras, moldou-me o corpo, até chegar ao último tecido que tapava o meu corpo. cuidadosamente tirou-o, sorrindo-me logo de seguida. pude perceber que ele estava tão ou mais desejoso que eu, para aquilo acontecer, devido ao volume que se encontrava nos boxers cinza deles. enquanto me beijava o pescoço, e o peito, retirei-os. estávamos agora de igual forma: nus. sem aguentar mais, saltei para o seu colo. fui logo recebida por ele, o que me fez fechar instintivamente os olhos. ai como ele mexia comigo. os nossos corpos não paravam um minuto quietos, muito pelo contrário: movimentavam-se agilmente, de uma forma coordenada. como na primeira vez. sem me conseguir controlar, cheguei ao meu limite. ele já o tinha feito, mas de uma forma amorosa esperou pela minha vez. ele era realmente o que eu queria, sem duvida alguma.

pousou-me no chão de uma forma bastante segura e carinhosa, baixou a cabeça encostando a sua testa à minha, sorriu-me e de olhos fechados, fez-me um pedido, que eu achei que nunca o iria ouvir.

ele: nunca mais me faças isto, por favor - suspirou - quando digo que preciso de ti, não estou a exagerar.

eu: desculpa, desculpa, desculpa - abracei-me a ele - eu não queria de todo magoar-te.

ele: responde-me sinceramente: gostas dele ?

não vi, mas podia jurar que ele se encontrava de olhos fechados enquanto me pedia isso. apertei mais o abraço, beijando-lhe o peito.

eu: não, claro que não - suspirei - foi um erro. mas graças a isso tive a confirmação de uma coisa.

ele: de quê ? - afastou o abraço e fincou o seu olhar no meu.

eu: que te amo - sorri e dei-lhe um selinho - e que és o único que eu quero.

mal disse isso, um sorriso totalmente genuíno brotou no seu rosto. para muita gente isto podia parecer estúpido, porque no fundo nem 24h ficamos chateados, mas para nós tinha imensa importância. foi o tempo suficiente para ambos ficarmos mal, foi o suficiente para percebermos que nada do que dizíamos era de ânimo leve. todas as promessas, eram verdadeiras e não podiam ser esquecidas nunca.

vestimos-nos, sempre sobre o olhar atento de cada um. sobre sorrisos e lembranças só nossas. destranquei a porta, enquanto isso ele sentou-se onde incialmente estava sentado. fez sinal para me sentar no colo dele, e assim o fiz. virados para o vidro que se encontrava numa mesa à nossa frente, ele jurou que jamais ia deixar que outra pessoa, se não ele, me viesse a tocar. e eu iria ajudá-lo a cumprir a promessa.

ele: cheiras bem - levou o nariz até o meu pescoço.

eu: perfume ? toalhitas ? maquilhagem ? - ri-me e olhei para o espelho.

ele: não. o teu próprio cheiro é bom - sorriu e olhou igualmente para o espelho - é só teu, e eu gosto imenso.

eu: que parvo - ri-me - tenho algo para te dizer - olhei para ele.

ele: o quê ? - perguntou preocupado.

eu: eu fui aceita na academia em londres - mordi o lábio, ao que ele me sorriu - e vou para lá, daqui a um mês.

ele: a sério ? que bom princesa - deu-me um selinho - sempre quiseste isso, não foi ?

eu: sim - olhei-o nos olhos - mas também te quero a ti. e sei que se for, perco-te.

ele: não faças isso. nunca. - a sua expressão ficou séria.

eu: o quê ? - perguntei confusa.

ele: não desistas dos teus sonhos por algo que não sabes o quanto vai durar. bren, tens sempre dois caminhos e independentemente do rumo que sigas, vais sempre deixar algo para trás. e neste caso prefiro que seja eu. sei bem o quanto isso é importante para ti.

eu: tu também és - mordi o lábio.

ele: e não vou deixar de o ser. assim como tu para mim, simplesmente quero que realizes os teus sonhos, sonhos esses que já existiam muito antes da nossa relação - sorriu-me - princesa, não te vou prometer que vou esperar por ti, porque muito certamente não o farei. fá-lo-ia nos primeiros meses, mas depois não. mas prometo-te algo: vais sempre ser importante para mim - acariciou-me o rosto - vai para lá, aproveita ao máximo a oportunidade que te deram, e faz-me um enorme favor: sê feliz. se não conseguires, pelo menos tenta. por mim.

eu: és perfeito, sabias ? - abracei-o - vou ter imensas saudades.

ele: temos um mês pela frente, não te preocupes com isso já - depositou-me um beijo na cabeça.

ele tinha razão, não podia perder a grande oportunidade da minha vida. admirei a sua franqueza, ao dizer-me que não iria esperar por mim. se me doeu ? nem por isso. sabia perfeitamente que seria assim, e sinceramente nem me importei. era a mim que ele amava actualmente, quanto ao futuro, era um enigma. mas como em todos os enigmas deixava uma coisa clara: dele eu nunca me iria esquecer. independentemente dos anos que viva ou das pessoas que conheça. o kevin, será sempre o meu jójó.

mais tarde, quando me levou ao aeroporto, finalmente me explicou o porquê de me chamar tsunami: cheguei sem avisar e com demasiada força, arrebatei a sua vida. obrigando-o a reconstruir uma diferente, em que seria impossível esquecer que eu nela tinha passado. a vida de ambos tinha mudado, quer quiséssemos ou não, já não era igual. nem nunca voltaria a ser, quer vivêssemos 5, ou até mesmo 200 anos.

 

FIM !

publicado por p;αndяαde. ॐ às 03:02
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40 pintinhos piu:
De a 24 de Junho de 2011 às 09:37
FIM???? Oh.....
Mas adorei o capitulo, o Kevin e a Brenda ficam tão fofinhos juntos =D
De a a 24 de Junho de 2011 às 12:52
oh santo! amei, amei, amei, amei *-*
De a 24 de Junho de 2011 às 13:39
Vais começar outra não vais? diz que sim!!!!! =D
De a 24 de Junho de 2011 às 13:59
Não quero ser cusca, mas já tens o 1º capitulo e as personagens feitas? quando vais postar? estás-me a deixar super curiosa =)
De maggie. a 24 de Junho de 2011 às 14:00
ai que fofinhoooooo!
amei , amei , amei +.+ @
quando vem a próxima ? muahahah.
De agnes hope a 24 de Junho de 2011 às 14:03
ai andrade. amei por completo, apesar de ser o FIM, este terá sido sem incertezas algumas o meu capítulo favorito.
é triste que tenha sido o fim mas de certeza que hás-de começar com uma nova fic e será ela, igualmente, boa.
amei :)
De Rita a 24 de Junho de 2011 às 14:15
O que? acabou? :c
está lindo este capitulo, mesmo mesmo lindo adorei
tenho tanta pena que ja tenha acabado :s
também tenho pena que eles supostamente não tenham ficado juntos mas é assim a vida :x
ohhhh acabou :c e agora? vais escrever uma nova história? (até rimei ahah)
beijinhos
De ▲ máei a 24 de Junho de 2011 às 14:18
love it*
tu escreves, tipo,  mesmo muitoooooo bem :')
De Sofia ♥ a 24 de Junho de 2011 às 14:29
Amei +.+
De Mary a 24 de Junho de 2011 às 16:02
your caracter wants to go to London? I live there!!! ;)
Kisses and rock the world

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