The Only Exception
Sábado, 22 de Janeiro de 2011

capítulo 22. ❤

em primeiro: para tirar as dúvidas a algumas pessoas tenho a dizer que: a catlin beadles, existe mesmo. não foi uma personagem que eu inventei, nem sou eu (como é a teoria de alguns), ela tanto existe que o foi o primeiro amor da vida do justin. *--* (e eu acho esse casal super fofo.)

em segundo: obrigado a todos que acompanharam a história até ao fim !

em terceiro: o capítulo é da divadamaso.

e em quarto: eu vou começar a escrever outra fic, espero que quem me acompanhou até agora o continue a fazer (sim, a fic vai ter justin). ♥

acordei a seu lado ele estava a olhar para mim, enquanto sorria e me acariciava o rosto.
ele: bom dia – sorriu-me.
eu: bom dia – aconcheguei-me o seu peito nu.
ele: pronta para a realidade ?
eu: nem por isso – fiz uma vez super mimada.
ele: mas tem que ser – depositou um beijo na minha cabeça - tenho uma pergunta para te fazer.
eu: diz – olhei para ele.
ele: ontem nós … - fez uma pausa – tu sabes.
assenti com a cabeça e esperei que ele prosseguisse.
ele: bem, e eu não usei preservativo – coçou a cabeça – e queria saber se tu por acaso … - interrompi-o.
eu: não precisas de te preocupar - sorri – eu tomo a pílula.
ele deu um suspiro, como se tivesse ficado aliviado com o que lhe acabara de contar.
ele: fiquei muito mais descansado, nem imaginas.
eu: porquê ? - mordi o lábio.
ele: como porquê ? - olhou-me nos olhos – caitlin, nós temos 16 anos, ainda vivemos dependentes dos nossos pais, imaginas o que era agora sermos nós os pais e termos alguém dependentes de nós ? e ainda para mais, eu namoro.
eu: sim, namoras e no entanto perdes a virgindade com outra rapariga, numa tenda mesmo ao lado da tua namorada.
ele: são coisas totalmente diferentes.
eu: claro que são – virei a cara – quando é para curtir amas-me, mas quando é para assumir responsabilidades já namoras.
ele: estás a insinuar que eu só andei este tempo todo atrás de ti, para te levar para a cama ?
não respondi, eu sabia que não era nada disso, eu tinha a certeza que ele me amava, mas custava-me demasiado ele atirar-me à cara que namorava, e que por isso não dava para assumirmos nada.
ele: cailtin, fiz-te uma pergunta – virou-me a cara para ele – estás a desconfiar dos meus sentimentos por ti ?
eu: não. - disse-o com uma voz sumida.
ele: estás sim. - olhou para o 'tecto' – nunca pensei que depois de tudo, ainda te restassem duvidas.
eu: querias que eu tivesse certezas quando tu nem coragem para acabares com a tua namorada, tens ? eu não sou assim tão crente.
ele: desconfias de mim, mas no entanto não te importas minimamente de te envolver comigo.
eu: porque eu te amo. - levantei-me.
ele: não, não amas.
estava à procura de roupas no meu saco, quando parei ao ouvi-lo dizer aquilo, olhei para ele e ele nesse momento também olhou para mim.
eu: como ?
ele: foi o que ouvis-te, tu não me amas.
eu: que sabes tu de amor ? tu que dizes amar a tua namorada e logo no momento a seguir beijas a tua ex ? que sabes tu de amor, que ainda ontem me juras-te que jamais te iria perder e hoje me dizes que eu não te amo ?
ele: sei mais que tu.
eu: nota-se – revirei os olhos – se não passei de uma aventura, parabéns, conseguis-te me enganar mesmo bem e pior: fizeste-me apaixonar por ti.
ia-me embora quando senti uma mão a puxar-me pelo braço. era ele, não sei como, mas ele já estava de pé, a olhar para mim. não sei como, mas num piscar de olhos já eu estava deitada e ele encima de mim, a olhar-me nos olhos.
ele: sabes bem que não foste uma aventura.
eu: e tu sabes bem que eu te amo.
ele: pois sei.  - sorriu-me.
olhávamos-nos nos olhos um do outro, nada dissemos. tínhamos o corpo prensado um no outro, como viemos ao mundo: nus. o seu prazer ao estar assim era notável, assim como o meu. aproximou a sua boca da minha e atacou-a por completo, as nossas línguas pareciam famintas, como se não se tocassem à muito tempo, num ápice senti os nossos corpos a se tornarem num só, como na noite passada, cada investida era calada com um beijo, as mãos deles exploravam o meu corpo e as minhas arranhavam-lhe as costas, era notável a sua dor por lhe estar a espetar as unhas, mas também era notável o seu prazer. após ambos atingirmos o nosso limite, abraçamos-nos. nada se ouvia dentro daquela tenda, se não as nossas respirações descontroladas.
eu: e se acontecesse ? - testei-o.
ele: o quê ?
as nossas vozes não passavam de alguns sussurros.
eu: se eu engravida-se.
ele: o quê que tem ?
eu: o quê que tu farias ? - mordi-lhe a orelha.
ele arrepiou-se todo e eu ri-me, numa tentativa de vingança apertou a minha anca, o que me fez arrepiar também, permitindo que uma gargalhada soasse da sua boca.
ele: assumiria o filho e cuidaria dele, tão bem como da sua mãe.
eu: a sério ? - sorri timidamente.
ele: claro cate, eu seria incapaz de te abandonar. - apertou-me num abraço.
eu: e a savannah ?
ele: o quê que tem a savannah ?
eu: tem-te a ti. - mordi o lábio.
ele: ela até me pode ter a mim, mas quem tem os meus pensamentos e o meu coração és tu. - olhou para mim.
aproximou os nossos lábios, permitindo assim que se tocassem. desta vez o beijo era calmo, mas ao mesmo tempo intenso, mais uma vez ele estava a misturar sensações distintas. senti o fecho da tenda a ser aberto, mas quando paramos o beijo já era tarde demais. o justin saiu logo de cima de mim quando ao olhar para trás se deparou com a cara de desilusão da savannah. nada nos estava a tapar se não a parte de cima do saco-cama. não sabíamos o que dizer, não era uma situação fácil para nenhum de nós, por isso deixamos que fosse ela a falar.
savannah: o quê que é isto ? - perguntou já a chorar.
ele: eu posso explicar.
savannah: o quê ? que me andas-te a trair mesmo debaixo das minhas barbas ?
eu: eu sempre achei que tivesses um lado masculino, mas não tanto. - não me consegui controlar.
o justin queria-se rir, mas percebeu que se o fizesse iria magoar ainda mais a savannah, optou por olhar para mim com um olhar do espécie 'cala-te'.
savannah: e ainda gozas comigo ? - a sua expressão deu agora permissão para vir uma de fúria.
ele: vamos falar.
savannah: não tenho mais nada para falar contigo, és um porco. foste a minha maior desilusão, eu confiei em ti. quando mais precisas-te, quando a caitlin te virou as costas, fui eu que te ajudei, fui eu que te apoiei em tudo. não fiz mais porque não pude, e tu agora fazes-me isto ? eu nunca te dei motivos para isto justin, nunca mesmo.
ele: desculpa. - sussurrou.
savannah: não, não desculpo. desculpei-te no momento que a beijas-te na festa, porque tu me disseste que não tinhas sentido nada, voltei a confiar em ti e tu voltas-te a fazer-me o mesmo. optas-te por ficar com uma rapariga que te deixou e te fez ficar num estado lastimável, do que com alguém que sempre esteve do teu lado e que te defendeu sempre, mesmo quando os amigos lhe diziam que não valias nada e que mais tarde ou mais cedo isto iria acontecer, tu a irias trocar.
ambos nos sentíamos culpados, porque todas as palavras que a savannah estava a dizer eram inteiramente verdade, eu sabia disso e ele também. ela virou costas e saiu a chorar. nada dissemos, levantamos-nos e vestimos-nos, ele saiu primeiro e nada me disse. sentia-me mal por aquilo, por a ter traído, mesmo amando-o eu não tinha esse direito, não tinha direito de magoar uma pessoa que não me tinha feito nada, que simplesmente se apaixonou por o mesmo rapaz que eu, quando eu o deixei. decidi sair da tenda, mal saí dei de caras com a savannah e com o justin. estavam a falar, não consegui captar nada, ele viu-me, mas logo desviou o olhar. fui em direcção à tenda da payton, ela já estava acordada e pronta, ficou a olhar para mim.
payton: o quê que se passa ?
era incrível como ela me conhecia e sabia que se passava algo comigo, mesmo sem eu falar.
eu: eu e o justin fomos apanhados. - sentei-me no chão.
payton: por quem ? - a sua preocupação era notável.
eu: pela savannah.
payton: diz-me que não foi o que eu estou a pensar.
eu: não, mas por um triz.
payton: vocês não pensam ? logo neste sitio cate ?
eu: não me dês na cabeça payton, não agora por favor.
payton: como é que ela está ?- ajoelhou-se.
eu: mal.
payton: e tu ?
eu: pior ainda.
payton: e ele ?
eu: não me fala.
payton: como não te fala ?
eu: não falando.
ela abraçou-me, retribui instantaneamente o abraço, estava a precisar mesmo de um abraço dela, da minha melhor amiga. fomos interrompidas pelo chris, estava com uma expressão preocupada.
eu: o quê que foi ?
chris: o jeydon e o justin estão à porrada.
payton: o quê ?
chris: vais-me fazer repetir ?
eu: eu vou lá. - levantei-me, sendo seguida por a payton.
fomos os três em direcção a eles, o justin estava deitado no chão com o jeydon por cima, a savannah só gritava para eles pararem e estava a chorar.
payton: óh gorila furado, sai de cima do meu irmão. - empurrou-o.
jeydon: não saiu, o palhaço do teu irmão traiu a minha irmã – gritou – eu avisei-te puto – olhou para ele – eu avisei-te que se a fizesses sofrer, eu te lixava o canastro.
savannah: já chega jey, deixa-o.
jeydon: não deixa nada !
o justin tentava debater-se mas poucos resultados tinha, o jeydon era bem mais forte que ele. eu não tinha reacção possivel, não sabia o que fazer.
savannah: a culpa é toda tua – apontou-me o dedo.
eu: minha ? o quê que eu fiz ?
savannah: atiraste-te a ele ! - gritou.
jeydon: foi com ela meu caramelo ? foi com ela que traís-te a minha irmã ?
ele: foi – gritou.
jeydon: pior ainda – deu-lhe um murro.
gelei ao vê-lo levar um murro.
ele: porquê ? - perguntou com alguma dificuldade ao sangrar da boca.
jeydon: porque eu queria-a ! - gritou.
humm ? ahm ? como ? quem ? onde ? porquê ? oi ? ele queria-me ?!
ele: paciência, ela é minha ! - conseguiu sair de baixo dele – não queria magoar a tua irmã, mas aconteceu. peço imensas desculpas.
jeydon: mas tu estás a gozar com a minha cara ? - aproximou-se dele.
eu: já chega ! - gritei – já fizeram o vosso espectaculozinho, já acabou !
jeydon: não acabou nada, ele vai pagar-me por ter magoado a minha irmã e por ter ficado contigo.
ele: podes-me bater as vezes que quiseres, porque a ela tu não me tiras – gritou !
pus-lhe o braço à frente da barriga impedindo-o que fosse ao encontro do jeydon. deserta forma eu estava feliz, por saber que o justin era capaz de arriscar a sua vida por mim.
eu: já chega. - olhei para ele.
savannah: não passas de uma meretriz, de uma meretriz reles e vulgar. - gritou.
a payton chocou com aquilo, e foi logo em minha defesa.
payton: dobra a lingua para falares dela, óh otária ! - gritou – perdes-te, azar ! ele não te ama, temos pena ! mas agora não insultes a minha amiga, ouvis-te ?
savannah: tu deves ser igual !
foi a minha vez de me meter ! até se podia meter comigo, mas não com os meus. o chris nada dizia, estava a tentar assimilar tudo.
eu: agradeço-te por teres tomado conta dele quando ele se foi embora, mas agora também agradeço que te cales – gritei – o teu irmão até pode-te defender de tudo, te proteger de meio mundo, mas ele jamais conseguirá que o justin te ame da mesma maneira que o faz comigo, ela jamais conseguirá que ele te queira como me quer a mim !
savannah: nós estávamos muito bem antes de tu chegares.
eu: não, vocês estavam bem porque ele fingia não querer saber de mim, eu só lhe mostrei que ele na verdade ainda queria saber de mim e muito mesmo, e que me amava.
jeydon: já chega – olhou para a irmã – vamos embora - olhou para o justin – não te esqueças de mim, porque eu tão cedo não me vou esquecer de ti, nem dessa tua cara que vou partir na próxima vez que nos encontrarmos.
eles pegaram nas coisas e foram embora. provavelmente iriam até à cidade e chamariam alguém para voltar a casa.
eu: estás bem ? - olhei para ele.
ele: um bocado dorido. - riu-se.
chris: vocês dormiram juntos !? vocês estão apaixonados um pelo outro !? vocês já se tinham envolvido !? - olhou chocado para nós – obrigadinho por me terem dito, a sério.
rimos-nos todos, até o chris.
eu: vamos lá tratar disso.
ele: eu quero ir para casa.
payton: enquanto a cate te trata disso eu e o chris arrumamos as coisas.
chris: tudo eu, tudo eu. - revirou os olhos.
payton: anda lá. - riu-se.
eles foram arrumar as coisas e eu fui até à minha tenda buscar a mala dos primeiros socorros.
ele: andas prevenida. - olhou para a mala.
eu: mulher  prevenida vale por duas. - fiz-lhe uma careta – agora vamos tratar dessa cara.
ele: não, agora vamos tratar de nós – puxou-me e colocou-me no meio das suas pernas – minha namorada.
eu: namorada ? - sorri.
ele: sim, minha !
eu: a sério ?
ele: claro ! - puxou-me e beijou-me.
agarrou-me na cintura, e no beijo pronunciou um 'sempre'. sorri durante o beijo enquanto brincava com o seu cabelo, as nossas línguas pareciam sentir que desta vez não corríamos risco nenhum de sermos apanhados, e que teríamos todo o tempo do mundo para as sentir.
percebi que o verdadeiro significado do amor não é quanto tempo conseguimos estar juntos, mas sim quanto tempo conseguimos lutar para estarmos juntos, sem nunca desistir. mesmo que ambos tenhamos dito que iríamos desistir, nunca nenhum de nós teve coragem para isso, porque ambos sabiamos que isto era único demais para acabar.
o meu nome é caitlin, e este foi o meu primeiro amor de verdade.

FIM.

ps: sim, eu sei que faltavam 4 capítulos para o fim, mas preferi passar as partes aborrecidas à frente e resumir tudo num.

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 17:20
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87 pintinhos piu:
De agnes hope a 22 de Janeiro de 2011 às 17:35
ADOREI *.*
De agnes hope a 22 de Janeiro de 2011 às 17:35
primeiraaaa :D
adorei o capítulo. é pena que já tenha acabado :(
amei :)
De dan a 22 de Janeiro de 2011 às 17:38
omg, já acabou :o
De Rian a 22 de Janeiro de 2011 às 17:38
adorei (;
De dan a 22 de Janeiro de 2011 às 17:38
esta foi a minha fic preferida, EPÁ, juro *-*
De dan a 22 de Janeiro de 2011 às 17:39
FÃ Nº1 (lê-se EU), amou :c
De cfilipa. ♥ a 22 de Janeiro de 2011 às 17:41
OMB ! rapariga , tu tensnoção que me meteste a chorar ?! xD
em primeiro , quem é que não sabia que a caitin existe mesmo ? ignorantes -.- (a) também concordo que eles são um casal super fofo *---*
segundo , wwe vais fazer oura fic com justin ! 8D
agora sobre isto .. tu deves ter bem a noção do que é um amor verdadeiro .. adoro a maneira como o descreves , é simplesmnte perfeitoo !
a tua escrita é uma das melhores que já vi , acredita :$

estou ansiosa por mais! :D

beijinhoo *
De cfilipa. ♥ a 22 de Janeiro de 2011 às 20:40
não era , mas meteste ! xD
eu conheço a caitlin desde que conheço o justin :o mesmo a sério ! não me importava nada que eles voltasem *-*
ahah , claro :b
é tudo tão sentido , percebes ? parece que pôes os teus sentimentos na escrita :)
de nada ! :D
De coutinho. a 22 de Janeiro de 2011 às 17:49
esta era a minha fic preferida *-*

De daniela a 22 de Janeiro de 2011 às 18:03
está linda linda linda linda
não me canso de te disser, apesar de tu já o saberes xp
ESTÁ LINDO <3
gostei quando o justin disse que o jaydon lhe podia bater as vezes que quissese mas que não lhe tirava a caitlin
supeeer romanticooo <333
numa só fic consegues misturar romantismo, com comédia, acção e misteri xD
TENS TANTO JEITO
e por isso, estou ansiosa de ler a proxima!
De SUSANA VENTURA a 22 de Janeiro de 2011 às 18:04
AI JÁ ACABOU !
está lindo , lindo , lindo !
parabéns mesno *-*
De divadamaso a 22 de Janeiro de 2011 às 18:09
fico triste por acabar , está espectacular !


amo , amo e amo *-* 
De bruna a 20 de Fevereiro de 2011 às 17:15
oá eu sou a bruna acabei de ler a historia agora é muito gira esta hist´ria mas tem um defeito que é acabar tão rápido espero que quem escreveu a história que a aumente fico a espera de a ler
De p;αndяαde. ॐ a 23 de Fevereiro de 2011 às 21:32
quem a escreveu fui eu, e não a vou aumentar, porque ela acabou de vez, querida. não tem mais volta ahah. xD
mas ainda bem que gostas-te. :)

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