The Only Exception
Segunda-feira, 20 de Dezembro de 2010

capítulo 19. ❤

acordei com alguém a fazer-me festas na cara, sorri ao pensar que era o justin, mas quando abri os olhos deparei-me nada mais, nada menos com o jeydon. assustei-me, podia esperar toda a gente menos ele.
jeydon: eý, calma. - disse ao perceber que me tinha assustado.
eu: o quê que estás aqui a fazer ? - perguntei com uma voz rouca.
jeydon: vim avisar-te que vamos sair.
eu: onde ?
jeydon: a uma discoteca que tem aqui perto. - sorriu.
eu: que horas são ? - perguntei confusa.
jeydon: 22:30h.
assustei-me quando ele me disse a hora, como é que eu tinha dormido tanto ?
eu: já ? - levantei-me num impulso.
jeydon: sim, estavas a dormir tão bem que ninguém teve coragem de te acordar. - sorriu.
eu: e como é que vamos a esse tal bar ?
jeydon: segundo a payton e o justin, fica super perto daqui.
eu: ah tá.
jeydon: vens ?
eu: sim, deixa-me só vestir.
jeydon: e lavar o cabelo não ? - riu-se.
só aí percebi que o meu cabelo estava um nojo devido à noite passada, corei e isso fez-lo rir ainda mais.
eu: não me gozes ! - fingi estar amuada.
jeydon: nunca princesa. - levantou-se e aproximou-se de mim.
princesa ?! não percebi, e o facto de ter o seu corpo quase colado ao meu, foi algo estranho.
eu: o quê que estás a fazer ? - sussurrei ao sentir a sua mão na minha cabeça.
jeydon: shiu. - pos-me o dedo na boca.
aproximou-se ainda mais de mim, e puxou-me pela cintura. foi estranho ver que ele tinha quase os mesmo movimentos que tu, tirou o dedo da minha boca e olhou-me nos olhos. mais uma vez não consegui decifrar a sua mente, não consegui decifrar o seu olhar enigmático. quando pensei que me fosse beijar, afastou-se e sorriu.
jeydon: estamos lá fora à tua espera.
eu: está bem. - disse confusa e toda abananada.
o quê que tinha acabado de acontecer aqui ? eu juro que gostava de o perceber, de saber o que ele queria de mim afinal. o quê que um rapaz como ele, poderia querer de uma rapariga como eu ? deixei-me disso e arranjei-me, e dei um jeito ao cabelo na casa-de-banho que lá tinha, isto é, se aquilo se pode chamar assim, né ?!
(…)
jeydon: agora é cada um por sim. -riu-se.
payton: hã ?
savannah: o que ele quis dizer é que vai andar aí a tentar comer gajas, e nos vai deixar. e que se calhar, só aparece amanhã lá no acampamento.
eu: estranho …
jeydon: muitos anos a lidar comigo. - riu-se – mas vá, tchau ! espero que se divirtam.
chris: woow, eu numa discoteca !
eu: sim, algo estranho.
chris: é por isso que eu adoro sair contigo, trazes-me sempre a sitios que eu não posso entrar. - riu-se.
eu: é, eu sou uma óptima irmã. - gabei-me.
ele: e uma gabarolas de primeira. - provocou-me.
eu: isso tudo para dizeres que me amas ? óh, não precisas de tanto, eu sei o que sentes. - dei um sorriso amarelo.
quem não pareceu gostar da brincadeira foi a savannah, ficou com uma expressão amuada e carrancuda.
que problema ! já nem ia dormir hoje ! no que dependesse de mim, ela iria ficar sempre com essa expressão, quando eu estivesse perto deles.
ele: é, tu sabes que eu não te resisto ! até sonho à noite contigo e tudo.
eu: eu sabia ! mas é sempre bom ter essa confirmação. - ri-me.
ele: sabes o quê que eu sonhei esta noite ?
eu: o quê ? - perguntei curiosa.
ele: que estavas longe de mim. - provocou-me mais uma vez.
eu: aposto que acordas-te a chorar ! - ri-me.
savannah: vou buscar bebidas.
payton: vamos-nos sentar ali. - apontou para uma mesa.
savannah: está bem, eu já vou ter convosco.
chris: payton ?
payton: sim ?
chris: vamos dançar. - tentou fazer um ar sedutor.
payton: desde que não faças mais essa cara estranha. - riu-se.
chris: ok. - fingiu amuar.
payton: vamos lá, garanhão !
eu e ele já estavamos sentados, mais próximos ? só se me sentasse no seu colo !
ele: beijas-te o jeydon ?
eu: sim, e tu viste. - arqueei a sobrancelha.
ele: não me estou a referir a ontem.
eu: então ?
ee: hoje, quando ele te foi acordar.
paralisei ! o quê que eu lhe poderia dizer ? “não justin, não o beijei, mas estivemos quase. ah, e quando ele o ia fazer lembrei-me de ti !” ? não, fiquei sem resposta alguma. mantive-me ao silêncio. o pior, é que às vezes o silêncio fala mais alto que as próprias palavras.
ele: já vi que sim. - virou-me a cara.
eu: tu também não a beijas ?
ele: é diferente, tu desde o inicio sabias que eu namorava, e em relação a ti ? nunca me disseste que o fazias.
eu: e não faço.
ele: ainda pior. fazes-me crer que sou apenas um divertimento para ti. - continuou sem olhar para mim.
eu: tu estás a duvidar dos meus sentimentos ?- perguntei alterada.
ele podia duvidar de tudo, menos do que eu sentia por ele, nunca lhe tinha dado motivos para tal. não me respondeu, optou por continuar a fitar as pessoas a dançarem e algumas aos beijos.
eu: estás ? - agarrei-lhe a cara e virei-a para mim.
ele: estou. - olhou para mim – tu andas aos beijos com alguém que não conheces nem à 3 meses, e depois queres que eu acredite em ti ?
eu: sabes que mais ? sim, beijei-o ! e fui eu que avancei, sim ! e queres saber a melhor ? adorei o beijo, aliás, amei mesmo. nunca tinha recebido um assim, jamais conseguirás me beijar como ele, jamais conseguirás ter o jeito que ele tem. e o melhor ? vou poder repetir sempre que me apetecer, vou poder sempre sentir a lingua dele a envolver-se com a minha, os seus braços a agarrarem-me e poder dizer-lhe que é com ele que eu quero ficar. sim, tinhas razão: não significas-te nada para mim, não passas-te de uma simples curte que agora chegou ao fim, já brinquei demais contigo, e agora perdi a vontade de o fazer.
ele: tu … -interrompi-o.
eu: então justin ? como é que a sensação de ser traído e usado ? - dei-lhe um sorriso amarelo.
ele: pior que alguma vez pude imaginar. - baixou a cabeça e virou a cara.
custou-me tanto vê-lo assim, mas tinha-me passado mesmo. eu nunca lhe tinha dado motivos para duvidar dos meus sentimentos, nunca mesmo. mas o que me custou mais, foi ter que lhe mentir.
rebentei, não pensei e acabei por o magoar. acabei por magoar o rapaz que amo, acabei de lhe mentir e magoa-lo.
mas se duvidava de mim, agora tinha motivos para o fazer, mesmo que fossem mentira, tinha-os.
quis dizer-lhe que o que tinha acabado de dizer, era mentira. mas não consegui, estava magoada demais para isso. levantei-me e ele nem se dignou a olhar-me. quando olhei para trás, percebi que a savannah já estava à beira dele, a tentar anima-lo.
fui até ao bar e pedi um vodka limão. sabia que o tinha magoado e isso custava-me mesmo muito, e isto tudo devido ao meu orgulho.
(…)
acho que já estava ligeiramente alegre, quer dizer, estava muito mesmo !
eu: e aí pessoas ? - gritei e desatei-me a rir.
chris: tu estás bebada ?
eu: quem ? - gritei – eu ? - levei as mãos ao peito – não ! - desatei-me a rir.
ele continuava sem me olhar, brincava com a palha que tinha no copo e fingia que eu não estava lá.
payton: acho que já está na hora de irmos, não ?
eu: tchau. - acenei e desatei-me a rir novamente.
payton: tu vens connosco !
eu: ahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahahah.
savannah: queres que te vá buscar um copo com água ?
eu: porquê ? estás com sede ? - ri-me ainda mais.
ele: acho que deviam ir chamar o jeydon, ele que tome conta dela. - atirou-me à cara.
savannah: eu nem sequer sei dele, a esta hora já se foi embora com alguém.
chris: óh bebada, vamos embora. - levantou-se.
eu: savannah, ele está a falar contigo. - não controlei e desatei-me a rir.
mas desta vez não tinha sido a única, a payton e o chris também se tinham rido.
payton: acho que devias ser tu a leva-la, justin.
ele: quem ? eu ?! - arqueou a sobrancelha.
savannah: porquê que tem que ser ele ? - perguntou visivelmente irritada.
ele: sim, porquê que tenho que ser eu ?
chris: és o mais forte de todos nós.
eu: eu não quero que ele me toque. - cruzei os braços.
ele: acorda ! só estás a estragar a noite às pessoas. - disse friamente.
payton: justin, calma !
ele: calma nada ! põe-se a beber e ainda se acha com razão. se não sabes beber, não bebes.
chris: meu, já chega.
eu: deixa, vá lá, diz tudo o que quiseres.
ele: porquê ? amanhã nem sequer te vais lembrar.
chris: mais um motivo para seres menos bruto.
ele: não estou a ser bruto, apenas estou a ser sincero.
eu: uii ! esqueci-me que o teu nome do meio era sinceridade, esqueceste-te foi de ser sincero com a tua namorada ! - gritei.
savannah: o quê que se passou para ela estar a dizer isto ?
ele: bebeu ! isto é o que dá deixarem crianças entrarem nas discotecas.
payton: já chega ! não queres ajudar, não ajudes, mas também não a mal-trates !
ele: não o estou a fazer !
savannah: vá amor, ajuda-a. quanto mais cedo ela se deitar, mais cedo isto acaba.
eu: sim amor, ajuda-me. - ironizei.
ele: mas tu és estúpida ou quê ?! as pessoas aqui a tentarem ajudar-te e tu ainda começas com boquinhas ?
eu: agora vais passar para os insultos ?
ele: vou ! tu não passas de uma criança que pensa que o mundo gira à sua volta, que pensa que todos somos obrigados a aturar-te e levar com as tuas mentiras e falsos sentimentos. és uma criança autêntica que ainda nem sequer sabe como se comportar quando sai à rua !
eu: odeio-te ! - gritei e desatei a correr.
corri até a casa-de-banho. não estava lá ninguém, o que foi minha sorte. não estava com vontade que me vissem a chorar. sentei-me no chão, e comecei a chorar ainda mais. não estava pronta para ouvir aquilo da sua boca, não dele. podia ouvir aquilo de qualquer pessoa, menos dele.
sim, não tinha agido correctamente ao ter-lhe dito aquilo, mas também não merecia. eu ao contrário dele, tinha-lhe dito aquilo para o irritar, não para o magoar como ele fez comigo, eu não o humilhei como ele tinha feito.
odia-lo ? o quê que isso era ? eu não o odiava, tão pouco o detestava. eu amava-o, o que era diferente. mesmo depois de ele me dizer aquilo, eu odiava-me era a mim, por o ter magoado com as minhas palavras, odiava-me a mim por não o conseguir odia-lo.
senti a porta a abrir mas nem sequer olhei para o lado, não estava mais preocupada com quem iria entrar e ver-me a chorar, não estava preocupada com mais nada.
x: cailtin ? - disse com uma voz rouca.
eu: sai daqui. - virei a cara.
x: não o vou fazer. - sentou-se à minha beira.
eu: sai justin, deixa-me !
ele: não.
eu: o quê que tu queres ?
ele: que venhas embora.
eu: vai tu.
ele: já viste o teu estado ?
eu: já, e mesmo que não o tivesse visto, tu fizeste-me enxerga-lo muito bem.
ele: olha para mim, por favor.
eu: não.
ele: por favor.
eu: não.
ele: sou eu que te estou a pedir.
eu: por isso mesmo.
ele: queres que vá chamar o jeydon ? -perguntou de uma forma calma, mas com raiva.
eu: não, quero que vás chamar outra pessoa.
ele: quem ? - ficou confuso.
eu: o justin por quem me apaixonei, conheces-o ? - olhei para ele.
ele: sim, ele está aqui à tua beira.
eu: não, à minha beira está o bronco que me insultou e humilhou à frente das pessoas sem se preocupar minimamente comigo.
ele: esse é o justin, após a rapariga que ama, lhe dizer que só o usou.
eu: e porquê que esse justin acreditou no que a rapariga lhe disse, sem desconfiar uma única vez ?
ele: porque ele sempre acreditou nela.
eu: mentira. duvidou dos seus sentimentos.
ele: ela deu-lhe motivos.
eu: não deu não.
ele: ela beijou outro tipo.
eu: não beijou.
ele: ela disse-me que sim. - mordeu o lábio.
eu: mentiu, aliás, tudo o que ela te disse hoje era mentira.
ele: e como é que eu sei, que isto também não é mentira ?
eu: não sabes, tens que confiar nela.
ele: e porquê que eu faria isso ?
eu: ela ama-te.
ele: ela disse que me odiava.
eu: mas não odeia, odeia-se é a si mesma por gostar tanto de ti. - comecei a chorar.
ele reparou que estava a chorar e abraçou-me, aconcheguei a minha cabeça no seu peito e comecei a chorar ainda mais. podia estar alcoolicamente feliz, mas tinha noção de tudo.
eu: desculpa …
ele: nunca mais me digas uma coisa daquelas.
eu: porquê ?
ele: imaginas o que eu senti, ao pensar que afinal não eras minha ?
eu: sempre fui. - abracei-o.
ele: não chores, por favor. - depositou um beijo na minha cabeça.
eu: chamaste-me de criança.
ele: disseste que eu fui um brinquedo.
eu: disseste que eu pensava que o mundo girava à minha volta.
ele: e gira. pelo menos o meu, sim.
tremi ao ouvi-lo dizer aquilo, este sim, era o meu justin. aquele que não tinha problemas em admitir os seus sentimentos, pelo menos a mim, aquele que me protegia só com um abraço e me fazia acreditar que iriamos ficar sempre juntos com um beijo.
eu: magoaste-me com o que me disseste.
ele: tu também, e muito.
eu: humilhaste-me à frente de todos.
ele: tu disseste que os beijos do jeydon são melhores que o meus.
eu: insultaste-me.
ele: fizeste-me odiar-me a mim mesmo.
eu: porquê ? - afastei-me dele e olhei nos seus olhos.
ele: por amar alguém, que supostamente só me estava a usar.
eu: tu amas-me mesmo ?
ele: alguma duvida nisso ?
eu: sim. não quero saber se tens um carinho especial por mim, ou se gostas de estar comigo, quero saber se me amas mesmo, no verdadeiro significado da palavra.
ele: se duvidas disso, é porque és uma tonta. eu amo-te no verdadeiro sentido da palavra, no verdadeiro sentimento. eu estou totalmente apaixonado por ti, sua bebada. eu nem sequer consigo imaginar-te nos braços de outro rapaz, e admiro-te bastante por não teres desistido de mim, e aguentares veres-me com a savannah, eu no teu lugar, não conseguia.
eu: sim, custa-me bastante, mas sabes o quê que me dá forças para lutar e nunca desistir ? saber que é a mim que amas, que é os meus beijos que queres, que é em mim que pensas, e que és apenas meu. com ou sem outras raparigas, é a mim que amas.
ele: e amo mesmo, se o objectivo que tinhas era fazeres-me apaixonar verdadeiramente por ti, parabéns, conseguiste mesmo caitlin beadles !
eu: eu sou tua.
ele: sim, tu és minha e isso ? ninguém ha-de mudar ! és minha agora e para sempre.
eu: o primeiro amor nunca se esquece.
ele: e nem acaba tão cedo, óh bebada. - sorriu-me.
eu: o quê que sentes quando me beijas ? - mordi o lábio.
ele: vontade de te levar para um sitio, onde só esteja eu e tu, para não correr o risco de perder os teus beijos. - ficou vermelho.
eu: óh que fofo, estás corado. - ri-me.
ele: não gozes, óh. - fingiu amuar.
eu: meu amuadinho. - fiz voz de bebé.
ele: diz, minha bebada. - riu-se.
eu: beija-me e faz-me acreditar com esse beijo que me amas e que serás só meu, aconteça o que acontecer.
ele: não faço isso sempre que te beijo ?
eu: sim, mas quero poder sentir isso novamente. - foi a minha vez de ficar envergonhada.
ele: agora quem está vermelha és tu. - riu-se.
eu: parvo. - bati-lhe no braço.
ele: minha. - riu-se.
aproximou-se de mim e olhou-me, consegui perceber o seu olhar. era isso que eu gostava dele, de ele me conseguir dizer tudo por um simples olhar. os nossos lábios tocaram-se, foi só um beijo colado, não queria que envolvesse linguas devido ao meu hálito a alcool, ao contrário dele, que parecia necessitar que as nossas linguas se tocassem, começou a fazer circulos imaginários nas minhas costas, com os dedos. o que me fez gemer, ele aproveitou logo e juntou as nossas linguas, quer dizer, fez com que se debatessem, por mais que quisesse impedir aquilo, não consegui recusar a sua lingua. que se dane o sabor a alcool, que se dane o facto de estarmos numa casa-de-banho feminina de uma discoteca, que se dane alguém nos poder apanhar, eu tinha-o a ele e aos seus beijos e isso bastava-me.
o resto do mundo ? era relevante, visto que o meu mundo estava ali à minha frente a beijar-me e fazer-me esquecer tudo, menos: o meu sentimento por ele.

 

 

continua ...

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 13:09
| comentar.
52 pintinhos piu:
De p;αndяαde. ॐ a 20 de Dezembro de 2010 às 13:47
CAPÍTULO SÓ DA DÁDÁ ! (preguiça a mais, de estar a mudar o post e escrever lá que é para ela. xd)
De D. a 20 de Dezembro de 2010 às 13:53
yeeees (h)
é meu *-*
De Ana Silva ♥ a 20 de Dezembro de 2010 às 13:47
Minha música preferida (a)
Sim, tu consegues fazer-me ver as coisas de maneira diferente **
E vou ler IPPPP **
De D. a 20 de Dezembro de 2010 às 13:52
ich , amei completamente :$
De SUSANA VENTURA a 20 de Dezembro de 2010 às 13:58
ó que lindos *-*
também quero um amor assim oblá xDD
De Ana Silva ♥ a 20 de Dezembro de 2010 às 14:02
E mais uma vez estou a chorar, isto não é normal juro que não :c
Hey ele foi o real dos fofinhos com ela *-*
Quero um assim, quero mesmo :c
De - huun a 20 de Dezembro de 2010 às 14:09
E EU .. AMEI !
caragos pá, gosto tanto de cada cpítulo que escreves :3
quero mais !
e este ... foi perfeito :3
te quiero <3
De Sallie a 20 de Dezembro de 2010 às 14:10
este deve ser o meu capitulo preferido, está mesmo lindo e o justin é mesmo querido *.* beijinhos (:
De Ana Silva ♥ a 20 de Dezembro de 2010 às 14:13
Perfeito mesmo :$

( em falar nele o livro original chagou ontem a portugal, IPPPPPPPPPPPP *-*    ( ya ando a dizer isto a toda a gente estou mesmo feliz e vou compra-lo hoje ** ))

( tenho graves problemas xD )
De D. a 20 de Dezembro de 2010 às 14:17
CHEGOU ? :O
De SUSANA VENTURA a 20 de Dezembro de 2010 às 14:16
se foi , eu amo ler isto *-*
De Verónica a 20 de Dezembro de 2010 às 14:18
obrigadaa

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