The Only Exception
Domingo, 7 de Novembro de 2010

capítulo 14. ❤

minha cate (portuguesa) o capítulo é teu, mas só porque dizes que ele te faz feliz. (a)

a aula de português acabou, dando hipótese a outras começarem. a as aulas da manhã correram bem, aliás a aula, pois após a aula de português acabar só houve mais uma.

ficamos todos a comer na escola, até mesmo a namorada do justin, mas essa comia-o mais a ele que à própria comida, mein gott ! mantiveram uma distância de nós, mas mesmo assim ela passou o almoço todo a provocar-me, a beijá-lo só para eu ver e coisas desse género, insegurança é o que dá.

o toque de entrada soou, iriamos ter formação civica, a última aula para podermos ir embora. dirigimos-nos todos para a sala. entramos, e logo fomos bombardeados com um comunicado.

stª, bri: meninos, preciso da vossa atenção ! então é o seguinte; vocês hoje vão fazer um mini teatro.

kisondra: à frente da escola ?

stª, bri: claro que não ! aqui na aula.

keana: e é sobre quê stora ?

stª, bri: como todos sabem os relacionamentos nesta idade são complicados.

eu: óh se são... - falei entre os dentes.

stª, bri: disseste alguma coisa, caitlin ?

eu: não.

stª, bri: hmm, está bem. prosseguindo: eu vou chamar uns quantos alunos para exemplificarem quatro problemas que existem numa relação.

sasha: quais stora ?

stª, bri: a gravidez, os maus tratos, a traição e a tentativa forçada de relações sexuais.

brit: e quem é que escolhe ?

stª, bri: sou eu.

kisondra: e já escolheu ?

stª, bri: sim. então vai ser assim: os maus tratos vão ser representados pela payton e o ryan, a traição pela caitlin, o justin e a brit, a gravidez pela anna e o jake e o caso do forçamento a relações sexuais para a sasha e o lucas.

keana: e porquê que nós não temos nada para representar ?

anna: queres fazer de cama ? assim sempre entras, e o lucas tem algo a seu favor para levar a sasha para cama.

começou-se tudo a rir com o comentário da anna, a keana calou-se logo.

brit: e eu vou fazer o quê no meio da traição ?

stª, bri: vais ser a pessoa que o justin traiu a caitlin.

ele: e eu corro o risco de ser agredido ?

stª, bri: bem, isso cabe à payton e ao ryan, daí os maus tratos num namoro, mas caso apeteça à caitlin fazer-te isso, sim.

eu: e vamos acabar juntos ?

stª, bri: isso fica ao vosso critério. e vamos lá começar.

sasha: não temos guião nem nada ?

anna: não estás numa aula de teatro, acorda ! improvisa ! a não ser que costumes planear como dizer ao teu namorado que não queres ter relações sexuais.

lucas: não tem esse hábito !

stª, bri: lucas !

lucas: desculpe. - mordeu o lábio.

payton: quem começa ?

stª, bri: podes ser tu e o ryan.

payton: está bem.

eles levantaram-se e foram para a frente de toda a gente.

stª, brit: podem começar.

ryan: vais dizer que já não me amas ?

payton: essa também é uma das razões que me leva a acabar contigo.

ryan: não podes acabar comigo.

payton: tanto posso que estou a faze-lo. eu já não gosto de ti ryan, é o fim.

ryan: não podes acabar - aproximou-se dela e agarrou-lhe na cara - eu amo-te.

payton: tu amas-me ? - tirou as mãos dele da sua cara - tu bates-me !

ryan: foi só ontem e já te pedi desculpas, sabes que eu estava alterado payton.

payton: ontem, antes de ontem e assim por diante.

ryan: eu já te pedi desculpas. - gritou.

payton: vês ? é por isso que eu tenho nojo de ti, nojo ouviste bem ? já viste a que ponto chegamos ? eu tenho nojo, nojo percebes ?! - gritou.

ryan: - da-lhe um estalo (devagar gente) - nunca mais me digas isso ! - gritou.

payton: - leva a mão à cara - bate quanto tu quiseres !só estás a fazer com que tenha mais motivos para acabar contigo, como se os que já tivesse não fossem suficientes.

ryan: desculpa, descontrolei-me. - abraçou-a.

payton: - empurrou-o - nunca mais me toques, já aguentei demais de alguém que nunca me mereceu.

ryan: amor, por favor. - aproximou-se dela.

payton: não me chames de amor e nem te aproximes, chega ! para mim já deu o que tinha a dar, e caso não queiras ter problemas com a policia, nunca mais me procures. - começou a andar.

ryan: eu não consigo viver sem ti, não percebes isso ?

payton: - olhou para trás - eu não tenho nojo de ti, neste momento tenho pena por seres assim. - e seguiu sempre.

terminaram a sua apresentação e toda a gente aplaudiu.

ryan: mén, foste cruel !

payton: ahahahah, desculpa. - abraçou-o.

stª, bri: muitos parabéns, aos dois ! estiveram óptimos. mas o mais incrivel é que a payton reagiu da maneira que muitas raparigas não reagem, deixou o namorado.

kisondra: é raro isso acontecer.

stª, bri: infelizmente é verdade. podem-se sentar. - virou-se - sasha e lucas é a vossa vez.

eles levantaram-se e foram para o mesmo sitio onde a payton e o ryan à tempos estavam. a stora deu-lhes premissão para começarem e eles lá começaram.

lucas: anda lá sasha. - agarrou-a pela cintura.

sasha: já disse que hoje não me apetece. - empurrou-o.

lucas: anda lá sashinha.

sasha: sashinha é a tua avó e eu já disse que não queria !

lucas: mas tu queres, só que ainda não percebeste - agarrou-a de novo - mas eu ajudo-te a perceber.

sasha: mas ajudas o quê ? és algum professor ou algo parecido ?

lucas: porquê ? tens alguma fantasia com isso ? olha que eu posso-me disfarçar !

começou toda a turma a rir-se.

sasha: não, mas tenho com pessoas mortas, também te queres disfarçar disso ? - deu-lhe um carolo.

lucas: não ! assim estás a cortar o clima todo. - deu-lhe um beijo no pescoço.

sasha: que clima ? eu não quero nada ! e agora larga-me que eu não sou nenhum boneco para estar a ser agarrada. - empurrou-o.

lucas: mas eu hoje quero-te princesa. - fez-lhe uma festa no rosto.

sasha: oblá, mas eu por acaso sou algum íman para teres que estar sempre colado a mim ?

lucas: não, mas também me atrais como o íman faz ao metal. - sorriu preversamente.

sasha: diz-me o quê que eu vi em ti, mein gott.

lucas: o meu lindo charme - mandou-lhe um beijo - anda lá sasha, é rápido.

sasha: não ! - virou-lhe costas.

lucas: por favor amor - agarrou-a por trás - até pode ser aqui.

sasha: WHAT ? -gritou e virou-se para ele - mas tu pensas que estás a falar com uma qualquer ?

lucas: não amor, eu não disse isso. aliás tu és única ! só era para facilitar.

sasha: eu não quero, percebes ?

lucas: andas com outro, é isso ?

sasha: estás a gozar com a minha cara ? - empurrou-o.

lucas: só pode ! tu andas mesmo a traír-me !

sasha: - deu-lhe um estalo - não estás a falar com a tua irmã que roda todos, portanto dobra a lingua antes de me dizeres isso !

lucas: autch, essa doeu ! - levou a mão à cara.

sasha: e é para doer mesmo !

lucas: mas tu passaste-te ?

sasha: não, mas se continuares com a conversa de que te ando a traír, aí sim, passo-me !

lucas: então porquê que não queres ?

sasha: porque não, fogo ! outra vez ? - gritou - estou-sem-vontade. - soletrou.

lucas: amor !

sasha: o quê que foi ?

lucas: és tão linda. - fez-lhe uma festa na cara.

sasha: é verdade, a natureza foi bem generosa comigo. - gabou-se.

lucas: e eu amo-te tanto.

sasha: e quem não ama? - gabou-se novamente.

lucas: e quero-te só para mim.

sasha: e quem não quer ? - gabou-se mais uma vez.

lucas: e tu és minha não és ? -continuou a fazer-lhe festas no rosto.

sasha: sim. - olhou para ele.

lucas: e amas-me não é ?

sasha: sim.

lucas: e queres construir familia comigo, não queres ?

sasha: provavelmente.

lucas: então vamos começar.

sasha: a quê ?

lucas: a construir familia ! vamos começar por treinar o fabrico de filhos.

sasha: e eu ainda te levo a sério. - empurrou-o - eu vou para casa, quando estiveres em ti, diz-me alguma coisa.

lucas: mas eu não quero estar em mim, mas sim em ti !

novamente a turma começou-se a rir.

sasha: ok, tens mesmo que parar com isso ! estás a começar a assustar-me de verdade.

lucas: saudes tuas ...

sasha: tchau !

lucas: sasha.

sasha: tchau lucas !

terminaram e mais uma vez toda a turma aplaudiu.

stª, bri: tiveram fantásticos meninos.

lucas: obrigado stora.

stª, bri: eles abordaram a parte mais calma deste assunto, porque há vezes que isto se torna mais violento, acabando as raparigas por vezes, fazerem por se sentirem pressionadas.

keana: que horror stora !

stª, bri: é a mais pura das verdades.

jake: e quando não passa a violação.

keana: num fales disso.

jake: calma.

keana: num gosto dessa palavra, da-me arrepios.

eu: não és a única, acho que isso atormenta quase todas as raparigas que existem no mundo.

kisondra: quem o faz é mesmo grande cão e grande porco.

stª, bri: a verdade é que a maioria dos homens que faz isso, só o faz para ter prazer.

keana: vamos mudar de assunto, pode ser ?

payton: mén, não gostas mesmo disso.

keana: não mesmo !

jake: e isso tudo, porque viu uma novela à tempos em que relatava isso.

stª, bri: pronto, mudemos de assunto, visto que isso mete medo à keana. anna e jake, é a vossa vez.

eles fizeram os mesmos passos que os anteriores e começaram, após a stora fazer-lhes gestos para o fazerem.

jake: porquê que me pedis-te para vir ter contigo aqui ?

anna: tenho que falar contigo.
jake: pensei que não quisesses mais falar comigo, como tu mesma disseste.
anna: olha, mas mudei de ideias !
jake: e vais falar ou não ?
anna: óh falas direito, ou então a tua próxima paragem é no hospital.
jake: tão bem disposta que estamos hoje.
anna: super.
jake: vês ? foi isto que levou o fim do nosso namoro, a tua estupidez e casmurrice.
anna: ou então a tua parvoíce, falta de inteligência e falta de tempo para mim.
jake: acusas-me a mim de não ter tempo para ti ? tu que sempre que eu tentava estar contigo, fazias de tudo para te afastar ou simplesmente tinhas que ir fazer não sei o quê ? tu que sempre que tentava agradar-te vinhas com sete pedras na mão ?
anna: o papel de coitadinho não se adequa minimamente a ti.
jake: não é o papel de coitadinho. fogo anna, sempre soubeste o que sentia por ti !
anna: estou grávida.
jake: quê ?!
deu um berro tão grande e tão esganissado, que chegou a assustar a nossa stora, o que fez com que toda a gente se risse.
anna: eu estou grávida.
jake: quê ?!
anna: eu-estou-gravida. - soletrou.
jake: quê ?!
anna: mas tu ouves mal ? - deu-lhe um estalo nas costas.
jake: para que foi isso ?!
anna: para ver se desencrava-va o que estava aí encravado, viste que só sabes dizer 'quê ?!' pensei que estava algo errado.
após a explicação tão sensata da anna, a turma novamente começou a rir-se, não só com o que ela disse, mas também com a cara do jake, que logo completou com um 'hãnm'.

jake: como é que tu podes estar gravida ?
anna: do ar.
mais uma vez a turma começou a rir-se, uma caracteristica forte da anna, é que ela não só tinha bastante sentido de humor, como as vozes e as caras que fazia, quando pronunciava alguma frase, eram sem duvida cómicas.
jake: nós tivemos sempre cuidado.
anna: pelos vistos não, se não eu não estava assim. a menos que estejas a dizer que eu ... - foi interrompida.
jake: não ! eu nem ponho isso em causa.
anna: espero bem que não.
jake: e agora o quê que vamos fazer ?
anna: eu agora bem que ia para casa, comer uma bruta sandes com omolete lá dentro, e bebia um cola das grandes com limão.
jake: anna !
anna: quié ? tenho fome, mén ! não és tu que tens uma coisa na barriga que também precisa de ser alimentado.
jake: queres uma menina ou um menino ?
anna: fiambre, queijo, salsichas, e cebola ! sim, sem duvida é isso que quero.
jake: quê ?
anna: não vais começar a avariar outra vez pois não ? é o que eu quero, na omoleta.
escusado será dizer, que toda a gente se começou a rir. de todas as representações, esta era sem duvida alguma a mais engraçada.
jake: estou a falar a sério anna.
anna: eu também.
jake: vais contar aos teus pais ?
anna: não, claro que não. eles daqui a uns meses vão-me ver um pote barrote, e eu vou dizer que foi do que comi. óh jake, por amor de Deus, se tive responsabilidade para o fazer, também vou ter maturidade para arcar com tudo.
jake: sabes que eu vou estar sempre aqui, não sabes ?
anna: vais mesmo ?
jake: claro. não fizeste esse filho sozinha.
anna: quer dizer que só vais estar do meu lado, por causa da criança ?
jake: sabes bem os sentimentos que tenho por ti.
anna: sei ?
jake: sabes.
anna: e aquela rapariga que à duas semanas estavas agarrado ?
sim, eles tinham fugido da ficção e estavam a ir para a realidade.
jake: não estavamos a fazer nada.
anna: e depois de eu ir embora ?
jake: não precisei mais de te fazer ciúmes, e vim-me embora.
anna: era tudo uma questão de ciúmes, então ?
jake: claro ! tu tentas sempre fugir ao assunto.
anna: não tento nada.
jake: e agora anna ? é desta vez que me vais dizer o que sentes ?
anna: tu sabes bem o que sinto.
jake: correcção, eu sei o que penso, porque tu nunca me disseste nada em concreto !
anna: queres algo em concreto, é ?
jake: claro.
anna: eu gosto de ti.
jake: a sério ?
anna: dãah ! claro, precisava de ser mais óbvia ?
jake: um bocadinho. - sorriu.
anna: isso quer dizer ?
jake: que namoramos ?
anna: sim ! - sorriu e abraçou-o.
após isso lembraram-se que estavam a fazer um mini teatro e logo voltaram à representação.
jake: - separou o abraço e agarrou-lhe na cara - eu vou cuidar sempre de ti, e do nosso filho.
anna: filha, respondendo à tua pergunta anterior. eu gostava de ter uma filha. - sorriu.
terminaram e toda a gente aplaudiu. a stora não tinha percebido a diferença entre a realidade e representação, o que foi decerta forma uma salvação para eles.
fiquei nervosa só de pensar que era a minha vez, logo sobre aquele assunto, ironia do destino, não é ? logo sobre traição. e ainda para mais, quem ia fazer de minha rival era uma loira, logo loira, puts o meu karma é mesmo lindo !

a stora fez-nos sinal para começar.
o justin ainda não entrava em cena, era só eu e a brit.
brit: pois é queridinha, enquanto tu estavas a morrer de saudades dele e pronta para lhe ires oferecer a prenda do dia dos namorados, ele estava comigo. e tenho-te a dizer que o beijo dele é sem duvida alguma delicioso, doce, calmo, seguro e muito sexy.
eu: não acredito em ti !
brit: não ? precisas de provas, é ?
eu: só acredito no que vejo.
brit: ele vem aí, pergunta-lhe o que ele andava a fazer ontem.
eu: impossivel ! eu ontem tive com ele.
brit: isso foi depois, hãn, só para te provar 'amor, estou a morrer de saudades tuas, estou ansiosa para que a altura de estarmos juntos, chegue.' e a resposta 'eu também, não sei como o fazes, mas deixas-me assim, a morrer de saudades tuas.'
eu: como é que sabes isso ?
brit: porque em primeiro lugar, como eu já te disse, eu estava com ele, e em segundo, quem te respondeu fui eu, não ele.
ele: o quê que estás aqui a fazer, brit ? - disse ao entrar em cena.
brit: a contar à tua namorada o que andamos a fazer juntos.
eu: é verdade ?
ele: o quê ?
eu: que me andas-te a traír, com ela.
ele: caitlin ...
eu: então é mesmo verdade !
ele: caitlin ...
eu: responde ! - gritei - é ou não verdade ?
ele: é.
brit: bem, o meu trabalho por aqui está feito, depois liga-me justin. bye, bye. - foi-se sentar.
eu: como é que foste capaz ?
ele: eu não queria, juro que não queria.
eu: então começaste a namorar com aquela loira, por não quereres ?
ele: namorar ?! hãn ?! ah ! - ele apercebeu-se que eu estava tudo menos a representar.
eu: foi justin ?
ele: tu deixaste-me.
eu: eu ? tu sabias bem que eu fui praticamente obrigada a ir.
ele: se quisesses tu tinhas ficado cailtlin, tu tinhas ficado.
eu: e tu se gostasses mesmo de mim, nunca terias começado com ela.
ele: e eu sei lá se tu lá não estiveste com ninguém.
eu: não tive justin, o meu maior mal foi sempre ter gostado demasiado de ti, foi ter ficado presa a alguém que nunca se preocupou minimamente comigo.
ele: sabes que isso é mentira, e tu sabes bem. eu sempre me preocupei contigo.
eu: ui, notou-se.
ele: querias o quê ? que eu ficasse aqueles meses todos, sozinho ?
eu: "eu nunca, mas nunca me hei-de esquecer de ti, prometo. e quando voltares, eu estarei aqui à tua espera."
ele: não vás por aí.
eu: "nunca, repito, nunca me vais perder !"
ele: por favor, caitlin ...
eu: "se o 'para sempre' existir realmente, nós vamos conseguir vive-lo, prometo-te."
ele: sabes bem que eu te amei.
eu: "o mais dificil já aconteceu; apaixonei-me por ti, apartir daí tudo se tornou possivel ! não sei se quando voltares ainda vou gostar de ti, mas enquanto o sinto posso-te dizer; eu vou esperar até não dar mais." esperas-te assim tanto, para não dar mais justin ?

ele: ...

eu: o silêncio fala por si.

ele: não sei o que te dizer, não sei mesmo.

eu: amas-me ?

ele: ...

eu: tens saudades minhas ?

ele: ...

eu: eras capaz de a deixar por mim ?

ele: ...

eu: ok, não tenho mais o que te dizer. - virei-me e segui.

ia dar aquela actuação como terminada, quando ele me puxou para ele. choquei contra o seu peito.

ele: sim, amo-te. se tenho saudades tuas ? nem imaginas, a vontade que tenho de te beijar, de te agarrar quando estás por perto, até mesmo quando estás longe. sim, basta pedires-me que eu deixo-a.

eu: a sério ?

ele: qual das partes ?

eu: todas.

ele: claro. achas que conseguia deixar de gostar de ti ? é que nem diminuiu o sentimento, só aumentou. e como é óbvio quando se gosta, sente-se saudades.

eu: e em relação a deixa-la por mim ?

ele: basta pedires-me e mal eu esteja com ela, acabo tudo.

eu: eras capaz disso ?

ele: era. só não o fiz antes porque tu disseste que não querias que eu acabasse com ela, lembras-te ?

eu: pensei que estavas feliz e que ela te fazia feliz.

ele: eu estava feliz, antes de tu chegares e perceber o que eu tinha perdido.

eu: perdes-te assim tanto ?

ele: sim, perdi-te a ti, e isso para mim é o mais importante de tudo ! e para piorar, ainda me beijas e me dedicas aquela música.

eu: não fui só eu que te beijei, também o fizeste.

ele: mas foste tu que tomas-te a iniciativa.

eu: não querias, era ?

ele: por pior que isto possa soar, sempre quis, até mesmo quando a beijava, eram os teus beijos que eu queria.

eu: hmm, és bem mandado.

ele: porquê ?

eu: porque eu naquele dia disse-te para sempre que a beijasses, fosse o meu beijo que quisesses.

ele: ahahahah.

o riso dele era rouco, a maneira como ele me olhava era intensa, a maneira como ele me agarrava era segura e transparecia de todo, a vontade que ele tinha de me ter nos seus braços.

eu: quero que acabes com ela !

ele: mal toque, é o que vou fazer.

eu: e depois quero-te para mim.

ele: sempre me tiveste.

eu: imaginas as saudades que eu tive tuas ?

ele: se multiplicares as tuas, talvez tenhas uma minima ideia das minhas.

eu: era muito mau se te beijasse aqui ? - sussurrei.

ele: não, somos namorados, é normal. - sussurrou.

eu: somos ? - sussurrei.

ele: nesta cena, somos. - sussurrou.

eu: hãn. - sussurrei.

ele conseguiu perceber a minha decepção.

ele: juro-te que quando acabar com ela, te faço um pedido adequado. - sussurrou.

eu: juras ? - sussurrei.

ele: juro.

olhei-o nos olhos e não consegui deixar de os fixar, ele tinha o olhar que eu durante seis meses procurei e não achei, ele tinha o olhar que eu amava; o olhar terno e sincero, sorri ao pensar nisso. ele agarrou-me pela cintura, tive a plena noção que nos iriamos beijar, ainda pensei em recuar, devido a estarmos numa aula, mas tirei logo essa ideia da cabeça. um beijo dele, era o que eu mais queria receber, porquê fugir ? pus-lhe os braços à volta do pescoço, como sempre o fazia, ele aí percebeu que eu queria mesmo que ele avança-se.

aproximou-se mais de mim e os seus lábios tocaram os meus, ao principio foi um beijo colado, mas logo a seguir ele começou a abrir a boca e eu fiz o mesmo, as nossas linguas começaram a debater-se, ele agarrou-me mais contra ele, cheguei a ter um arrepio, só pelo facto de ele me agarrar assim. o beijo foi calmo, mas ao mesmo tempo selvagem, foi suave como ao mesmo tempo foi bruto, naquele beijo estavam misturados milhares de sentimentos.

sentimentos esses, que só podiam ser sentidos quando estavamos juntos. separamos-nos, dando assim fim à representação, quer dizer, representação aos olhos de alguns, porque aquilo de representação não teve nada.

todos aplaudiram, todos estavam chocados com o facto de nos termos beijado, logo nós, que supostamente nos odiavamos, mas ficaram todos a pensar que era por causa da representação, todos menos a payton, claro.

stª, bri: adorei ! foi a minha cena preferida, vocês tiveram fantásticos ! parecia tão real, estão de parabéns.

eu: obrigado. - sorri.

caminhamos para o lugar e sentamos-nos, tivemos uma troca de olhares cumplice, até ser chamada pela payton.

eu: diz.

payton: mas o quê que foi aquilo ali ?

eu: representação.

payton: não me venhas com essa, que eu não acredito.

eu: depois eu falo contigo melhor.

payton: então há mesmo o que contar.

eu: depois payton.

payton: mas é que é depois mesmo !

eu: está bem.

soou o toque, o meu nervosismo era notavel; ele ia acabar com ela ! parece irreal.

ele: espero que quando chegar estejas em casa, porque vou querer receber um beijo. - sorriu.

eu: vais agora ?

ele: vou.

eu: boa sorte. - sorri.

ele: não preciso de boa sorte, mas sim de ti. - sorriu - vá, vou indo. não te esqueças, quando chegar quero um beijo !

eu: só se me levares chocolates.

ele: concerteza. - sorriu e saiu.

fiquei a olhar para ele, até ele saír do meu campo de visão. não conseguia acreditar que hoje, iria voltar a te-lo para mim, que iria voltar a poder ouvi-lo dizer o quanto me amava.

 

continua ...

ps; todas as representações, foram inspiradas em quatro músicas do anselmo raplh. *o*

 

 

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 21:28
| comentar.
52 pintinhos piu:
De C9 a 7 de Novembro de 2010 às 21:35
muito giro.
Adoro Anselmo Ralph!
De Carina Soares a 7 de Novembro de 2010 às 21:41
omg omg omg, se tu soubesses como amei este capitulo *w*
mais uma vez, posta rapido *-*
De carolina lewis a 7 de Novembro de 2010 às 21:57
está tããããão amoroso ! *-*
beijinho.
De Catie ♥ a 7 de Novembro de 2010 às 22:00
Adoreiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii +.+
Mais , sbs a tua fic é viciosa xD
De Juh... a 7 de Novembro de 2010 às 22:10
meu deus ameiii esta lindooooooooo posta logo
De Catie ♥ a 7 de Novembro de 2010 às 22:28
Compreendo , mas a tua fic é mesmo apaixonante +.+ acho que é da forma como falas dos sentimentos da caitlin e do justin (:
De Sallie a 7 de Novembro de 2010 às 22:45
aii, fiquei eufórica quando mandas-te o comentario e ainda fiquei mais quando eles se beijaram *.*
Está mesmo lindo(para variar), beijinhos (:
De dans a 7 de Novembro de 2010 às 23:02
adoreiii *.*
quero mais *.*
estou com dúvidas , acho que o justin se vai acobardar :c
De Leonor ♥ a 7 de Novembro de 2010 às 23:20
Help?alguém me dá palavras para descrever este capitulo?Só me lembro de uma ou duas, ma snão encaixam...são Fantástico e Lindo, mas são demasiado fracas para descrever o capitulo...amei, amei, simplesmente amei!
Beijinhos
=)
De BrendaAsnicarFansPortugal a 7 de Novembro de 2010 às 23:43
Abertura Oficial...Visita

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