The Only Exception
Sábado, 18 de Fevereiro de 2012

ss - décimo quarto. ♥

ainda existe gente aí? eu nem sei se ainda existem leitoras disponíveis a seguir a minha fic, mas de qualquer das formas decidi postar hoje. dependente das reacções que tiver, eu decido se continuo ou não com isto. :|

 

faltava cerca de duas semanas para as férias acabarem e as coisas com o justin continuavam iguais, tirando a parte de que agora eu não fugia dele ... para falar a verdade, ele é que fugia de mim. como é que era suposto eu estar a tentar mostrar-lhe o que sentia por ele, se o rapaz teimava em evitar-me? isto não era estúpido, era mais que estúpido, descabido até.

zuava-se até que ele e a maja tinham alguma coisa, boato criado pela própria, mas o pior nem era isso, era o facto de ele não desmentir. quando lhe perguntaram se era verdade, ele olhou para mim e disse "é o que se diz, não é?" afinal ela tinha mesmo conseguido aquilo que queria, o justin, o meu justin.

payton: sempre vamos para o quarto dos rapazes? - fez-me perceber que eu não estava sozinha, muito pelo contrário, estava rodeada de gente, inclusive pelo justin.

chris: por mim, ya - disse de boca cheia. eu as vezes duvidava da época em que o meu irmão tinha nascido, parecia um viking a comer.

eu: mastiga e depois fala, estás a cuspir tudo - chamei-o à atenção, fazendo-o olhar-me com cara de desentendido.

chris: assim? - começou a mandar imensos perdigotos, tentado acertar-me.

toda a gente se começou a rir, até eu, apesar de achar aquilo nojento. estávamos a acabar de jantar e a seguir estava planeado ir-mos para o quarto dos rapazes jogar alguma coisa, sim eu teria que lidar com o justin. isso agora já não me metia medo, fazia-me era sentir um pouco a mais, pois era raro as vezes em que dirigíamos a palavra um ao outro, podemos dizer que eu não gostei quando ele me disse que precisava de mim somente para a porcaria de um jogo. a partir daí começou a ser frequente a sua forma rude de me tratar. sempre que me dirigia a palavra, que era muito raramente, fazia-o com sete pedras na mão, como se eu fosse um inimigo a abater. ele estava a ser tão diferente do justin que eu conhecia, o justin que me conquistou.

ruth: olha a tua namorada, justin - disse ironicamente, fazendo-o olhar em direcção da ruiva sebosa. ninguém no nosso grupo gostava da ideia de o ver com ela, todos compartilhavam a opinião que ela não servia nem para fazer de tapete, quanto mais namorar com alguém como o justin.

namorar ... algo que eu nunca chegara a fazer com ele por falta de inteligência. se o arrependimento matasse, eu deixaria de viver na altura em que me escondi na casa de banho, tentando evitar o tyler. eu lamentava-me mesmo de quê? esta situação era exclusivamente culpa minha.

ele: hmm, fixe - ignorou completamente o tom irónico dela.

sophie: deixam-no, ele não tem culpa de não ter bom gosto - foi em sua defesa, apesar de que de certa forma o ofendeu.

ele: eu tenho bom gosto - olhou para mim, originando uma pequena paragem cardíaca da minha parte - muito até.

eric: a maja, meu? achas que isso é ter bom gosto? - não podíamos esquecer da ameaça que ele tinha feito à ruth, sobre lhe tirar o eric.

ele: maja? - perguntou distraido, sem nunca deixar de olhar para mim - ah, a maja. ya, é fixe - percebeu finalmente a quem se referiam, desviando o olhar.

will: é fixe? tu falas assim da tua namorada? ai e tal é fixe, estás mesmo a falar de quê? de uma rapariga ou de um sumo? - não consegui não rir, a voz que ele tinha feito era extremamente engraçada.

ele: alguém me explica porquê que se metem nisso? eu por acaso meti-me na altura em que tu namoras-te com a kristen? não. apesar de não gostar muito dela e não a achar assim grande coisa, eu calei-me! - dirigiu-se ao will - e tu? eu nunca opinei quanto ao facto de teres andado em filmes com a charlie pois não? mesmo a rapariga tendo ar de pita eu não to disse, e porquê? porque não é nada comigo - foi a vez de se referir ao eric - portanto deixem de se meter nos meus relacionamentos! nem que eu namorasse com um gajo, vocês tinham o direito de criticar - disse agora mais calmo, chocando toda a gente, inclusive a mim.

eu: calma - falei ainda um pouco nervosa por estar a falar com ele - eles não estavam a dirigir-se ao teu gosto, mas sim a ela. sabes bem que nunca ninguém gostou dela - cheguei a ser tão doce, que até mim me chocou - estás certo quanto ao teres direito a gostar de quem quiseres, mas eles são teus amigos, é natural que se preocupem contigo - o seu olhar foi fixado no meu, fazendo-me acabar instantaneamente com o meu discurso. a sua expressão estava diferente, estava mais serena.

payton: a cate tem razão! nós somos teus amigos é normal preocuparmos-nos com quem te relacionas - mesmo dirigindo-se a si, ele não desviou o olhar do meu.

eric: e a charlie não tinha ar de pita! - disse do nada, fazendo-nos rir a todos, até o justin.

chris: desculpa dizer, mas tinha - foi em defesa do justin. era verdade, a rapariga tinha mesmo ar de criança.

ruth: charlie? quem é essa? - tínhamos esquecido que ela era a única que não conhecia a charlie. apesar de morarmos todos em locais diferentes, quer dizer, ela e o justin, pois eu e a família burrows vivíamos todos na mesma cidade, apenas em escolas diferentes.

sophie: uma rapariga que o eric esteve de quatro, só a via à frente - esclareceu, fazendo-o fingir que não estava a prestar atenção à conversa - só que depois a rapariga teve que mudar de país, acho que foi para a França, se não estou em erro.

ruth: hmm, bom saber - olhou para o eric - obrigado por me contares.

eric: óh mor, não calhou - defendeu-se. a verdade é que ela o tinha marcado.

ruth: claro, claro - revirou os olhos, continuando a comer.

quando acabamos de comer, saímos do refeitório, juntamente com os restantes que ainda lá estavam. fingimos que ia-mos todos para os respectivos dormitórios, e quando o relógio soou as 22:30h elas foram para o dormitório dos rapazes. eu precisava de tempo para me mentalizar que voltaria aquele lugar, depois daquele incidente com o tyler. arranjei a desculpa de que ainda precisava de tomar banho, deixando-as ir antes de mim. o banho demorou menos do que eu queria, aliás, eu precisava que ele durasse até a manhã de amanhã, o que seria praticamente impossível. após me vestir e prender o cabelo num puxo demasiado mal feito, calcei os chinelos e saí finalmente do quarto. a coragem era cada vez menor, parecia que ia diminuindo conforme um passo que dava. senti o meu corpo a tremer assim que bati à porta, comecei a ponderar o quão boa ideia teria sido se eu não tivesse vindo, alegando depois que me sentia indisposta. podia ser que alguém acreditasse na desculpa mais cliché do mundo. a minha esperança que ninguém abrisse a porta, foi quebrada assim que esta foi aberta. juntamente com a minha esperança, foi-se a minha respiração, assim que vi quem me abria a porta e de que forma se encontrava vestido, ou melhor, despido.

payton: cailtin! finalmente! - chamou-me assim que viu quem eu era, fazendo o loiro abrir ainda mais a porta e desviar-se, para que pudesse entrar.

eu: exagero - tentei disfarçar o nervosismo, assim que passei por ele.

will: toda a gente pensou que tivesses morrido! - declarou originando uma gargalhada da minha parte.

ele: eu não pensei nada - foi rude, mais uma vez. fechou a porta e deitou-se na sua cama, a mesma em que já tínhamos ficado juntos.

sophie: exacto, o justin não seria capaz de pensar algo tão terrível em relação a ti, ficaria logo a sentir-se mal - redimiu o que ele disse, fazendo com que o riso mais estranho viesse da sua parte.

ele: diz que é isso, diz - continuou a rir-se. ele estava-me a irritar!

eu: e o quê que vocês estão a fazer? - sentei-me na cama do meu irmão, que por acaso era ao lado da dele.

ruth: procurar filmes fixes para sacar - olhou para mim - adoro o pijama!

sim, ela até podia ter ar de maria rapaz, mas a verdade é que era viciada na kitty, o que chegava a ser meio mórbido. o seu quarto era todo decorado pela boneca sem boca, algo que também agradava e muito a sophie. já a payton era viciada na boneca com a cabeça maior que o próprio corpo, exactamente, na betty boop! era facil escolher as prendas dela.

eu: e já têm algo em mente? - tentei não olhar para o corpo do justin, o que se estava a tornar inevitável. para além de se encontrar à minha frente, ainda estava sem camisola.

chris: não, mas chegamos à conclusão que não queremos nada de água com açúcar - à excepção da payton e da sophie, mais ninguém gostava desse género.

will: mas também ninguém quer de terror - reclamou, ele e a ruth eram viciados nisso.

eric: ou de acção - como já era de esperar, aí estava os gostos do eric. acho que só ele é que gostava desse género.

eu: então só pode ser de ficção cientifica ou comédia - ficção cientifica estava fora dos planos de qualquer um, visto que ninguém gostava.

ele: ou musicais - emendou.

chris: nem penses, isso é amaricado de mais! - deixou a sua opinião clara.

sophie: comédia portanto - constatou o óbvio.

payton: desisto! - gritou - não há nada de jeito ou de novo.

will: então bora jogar alguma coisa - tentou ressuscitar aquela noite.

ruth: tipo o quê? aviso já que não vai haver nada que envolva beijos - relembrou a noite em que eu tivera que beijar o eric.

sophie: podíamos jogar aquele de associar músicas, filmes, livros e assim às pessoas - eu gostava desse jogo, achava-o divertido.

chris: por mim, tasse bem - disse, acabando o resto por concordar.

eric: então vamos lá começar ... começamos por a pessoa que tem o nome mais próximo do A - explicou que seria por ordem alfabética.

chris: és tu maninha - começou-se a rir - que categoria?

payton: músicas - deu então inicio ao jogo.

ruth: a natural woman - adele. - sorriu, ela era totalmente fã dela.

payton: dear friend - nickelback. - fez-me um careta.

chris: fuckin' perfect - pink. - own, que fofo! sorri-lhe instantaneamente.

sophie: barefoot cinderella - miley cyrus. - mais que obviamente, ela iria escolher uma da miley.

eric: lost - lil wayne. - piscou-me o olho, como se se tratasse de alguma indirecta.

wiil: go to church - snoop dogg.

quando chegou a vez do justin todos olharam para ele à espera que dissesse então a música que queria, só depois da tosse forçada da payton é que ele teve noção de que teria que ser ele, com os seus olhos presos nos meus disse:

justin: don't think I love you - hoobastank. - quando tive a noção de como era a letra, fiquei estática. não conseguia reagir sequer, o que pareceu não ser notado por mais ninguém, visto que continuou.

isso queria dizer que tinha acabado? que não valia sequer a pena eu tentar? que era com a maja que ele agora seguiria a sua vida? que daqui a um ano eu teria que voltar e vê-lo com ela? a minha cabeça estava rodeada de questões, mas nenhuma delas conseguia ser respondida. sentia-me como se tivesse acabado de sobreviver a um tsunami, sem saber como agir ou se o local para onde estava a ir era seguro.

o seu olhar ainda estava preso no meu, como se me estivesse a ver o que mais ninguém conseguia ver. senti o meu corpo a dar fraqueza, eu iria chorar. não dava para aguentar mais, ter a noção do quão longe dele eu estava, deitou-me qualquer defesa ao chão. então era isso? após dois meses aquilo tinha acabado?

mordi o lábio tentando prender as lágrimas, não lhe ia dar esse gostinho. levantei-me e saí, com a desculpa de que estava a ficar com sono. era a desculpa mais estúpida que eu já tinha arranjado, mas parecia que tinha sido aceite. apressei o passo, não queria preocupar ninguém, com algo que certamente iria passar. distraídos aos meus sentimentos, continuaram a jogar.

assim que saí dali e senti uma pequena brisa bater sobre o meu rosto, não consegui controlar mais. eu era fraca e sempre seria. independentemente dos anos que passassem, eu sempre iria ter medo de me expor, de demonstrar os meus sentimentos. nada iria conseguir mudar isso e eu sabia perfeitamente. as lágrimas que corriam o meu rosto, pareciam limpar tudo que até agora tinha escondido. todos os meus medos, todos os meus erros. só havia algo que elas não conseguiam retirar, a culpa que eu estava a sentir. eu esperei tanto por ele, que chegava a ser ridículo e para quê? para na primeira oportunidade deitar tudo a perder, para na primeira oportunidade magoa-lo.

senti o meu corpo a ser puxado, embatendo assim noutro. só após sentir o seu cheiro é que percebi de quem se tratava, era ele. os seus braços rodearam todo o meu corpo, dando-me então segurança. todo o meu corpo se rendeu ao seu toque, acabando até a minha cabeça por me atraiçoar, quando encontrou encosto no seu peito. maldita seja toda a minha fraqueza. pela primeira vez, sem ter qualquer tipo de medo de lhe demonstrar o quão mal estava, permiti-me a mim mesma chorar agarrada a si. porquê recusar isso? eu queria, eu estava a precisar daquilo.

eu: desculpa - sussurrei sobre os meus soluços, o que fez com que me apertasse ainda mais.

assim que me achei capaz de me afastar dele, olhei-o nos olhos. o seu olhar transmitia algo que eu nunca tinha visto, não em si. as suas mãos percorreram o caminho das minhas lágrimas, ao inverso, acabando então por as limpar. foi impossível não sorrir com tal acto.

eu: porquê que vieste? - olhei fixamente nos seus olhos, queria ter a certeza que não me mentia.

ele: porque percebi que irias chorar - afastou as suas mãos do meu rosto.

eu: isso preocupou-te? - engoli em seco. independentemente da sua resposta, aquilo iria sempre ficar na minha cabeça.

ele: claro, és minha amiga - após tal comentário, só consegui suspirar.

eu: só isso? - se era para sair magoada, que fosse de uma vez por todas.

ele: que querias mais? - olhou para o lado, prestando atenção ao lago.

eu: saber se isso com a maja é a sério - quase implorei para que ele respondesse um não.

ele: que interessa? sério ou não, é comigo - disse tão frio, que me fez arrepiar.

eu: importas-te de olhar para mim? - agarrei no seu rosto, virando-o para mim - diz-me por favor que não gostas dela.

ele: porquê caitlin? o quê que isso muda?

eu: para mim muda muita coisa - controlei-me para não voltar a chorar.

ele: acho que isso já não te diz respeito - lá estava ele a voltar à sua arrogância.

eu: eu sei que não, mas eu só quero saber - insisti novamente - custa-te assim tanto dizeres-me se gostas ou não dela?

ele: e a ti, custou-te assim muito preferires-me a mim do que ao tyler?

eu: não, custou-me mais saber que quando o fiz, tu já lá não estavas - fechei os olhos, tentando arranjar a coragem que parecia não existir - sei perfeitamente que errei quando pus o meu passado à tua frente, mas neste momento estás-me a provar que talvez não tenha sido assim tão errado e sabes porquê? porque se já te envolveste tão rápido com a maja, é porque nunca gostas-te de mim. ninguém que gosta troca tão rápido.

ele: pelo menos eu fui capaz de assumir algo contigo, ao contrário de ti.

sim, ele estava magoado, mas não mais que eu. apesar de eu lhe ter dado a entender que preferia o tyler a ele, não tinha voltado com ele, o que não se passou com ele. apesar de me demonstrar que era a mim que queria, ele estava com a maja ... a maja! esperem que eu vou ali vomitar e já venho.

eu: de que me serve tal coragem, se é a ela que queres?

ele: tu sabes o que estás a dizer? - fitou o meu rosto, sem me dar a perceber qual parte dele olhava.

eu: não - admiti - eu já não sei nada.

ele: vais ser sempre a mesma indecisa - aquilo afectou-me, pois ele dava a entender que eu nunca soubera o que queria. quer com ele, quer com o tyler.

eu: eu não sou indecisa, eu sei o que quero - afirmei fazendo-o rir.

ele: e o quê que queres?

eu: a ti - sussurrei, foi algo quase inaudível.

ele: como? não ouvi - torçou da minha pouca coragem.

eu: é a ti que eu quero! - quase gritei - sempre foi! - acalmei-me - mas esquece isso, estás bem com a maja, é o que realmente importa - quando me preparava para sair senti novamente o meu corpo a ser puxado.

pensei em reclamar, mas nem tive tempo para tal coisa. os seus lábios tocaram os meus, fazendo com que o meu coração batesse cada vez mais depressa. sem sequer pensar duas vezes agarrei no seu cabelo, aprofundando o beijo. assim que a sua língua pediu passagem eu cedi, estava à demasiado tempo à espera daquilo. foi demasiado tempo longe dos seus lábios, afastada da sua língua. o beijo provavelmente era o mais sôfrego que alguma vez tivesse dado, não havia qualquer tipo de harmonia, apenas desespero. o seu braço apertou ainda mais as minhas costas, fazendo com que gemesse durante o beijo. a sua outra mão tomava conta do meu pescoço, o que fazia ainda mais contacto entre nós. parecia que quanto mais próximo estávamos, mais queríamos estar.

a falta de ar não permitiu mais demoras. assim que nos afastamos não conseguimos deixar de olhar um para o outro. era aquilo que ambos queríamos, sempre foi.

ele: eu não tenho nada com a maja - admitiu finalmente.

eu: então porquê que ... - fui interrompida pela sua voz.

ele: precisava disso - deixou-me ainda mais confusa com a sua explicação.

eu: e nós? - eu queria saber o que aconteceria depois daquilo.

ele: não há nós - fiquei sem reacção, como é que não havia nós? - eu quero que proves o quanto gostas de mim, não só a mim, como a toda a gente. 

eu: porquê? - não fazia sentido, chorar por ele já não era uma boa prova?

ele: porque eu sempre fiz tudo para perceberes o que eu sentia, ao contrário de ti - ele tinha razão - duma vez por todas quero que lutes, em vez dos outros lutarem por ti. quando conseguires isso, garanto-te que me terás.

eu: para sempre? - perguntei quase muda, devido à vergonha.

ele: para sempre - abraçou-me. ali nos seus braços eu sentia-me segura, o seu corpo era reconfortante e quente, mesmo destapado.

o que ele queria não era apenas uma demonstração para ele, como para mim mesma. o único problema e questão que se levantava era: será que eu era capaz de tal feito?

aqui está a charlie e o capítulo em que se falou da kristen, para quem já não se recorda.

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 21:27
| comentar.
73 pintinhos piu:
De inês silva- a 18 de Fevereiro de 2012 às 21:38
obrigada por avisares, vou ler :3
De inês silva- a 18 de Fevereiro de 2012 às 22:03
gostei tantooooo! :3 x
De Joana♥ a 18 de Fevereiro de 2012 às 22:13
OMG, adorei. Já estava com saudades. por favor, se nao queres que eu morra não deixes de escreer esta fic maravilhosa e posta rápido. :D
A última frase deste capítulo descreve me perfeitamente! :S

Kisses
De mariab*♥ a 18 de Fevereiro de 2012 às 22:17
Primeiro : é claro que tens de continuar a escrever esta fic ; por favor *.*
segundo : opah adorei o cap ; puseste-me a chorar.. achas bem ? :x
terceiro; Tinha tantas saudades de ler os teus caps, a sério que tinha
espero que continues a escrever a tua fic linda.
De hope a 18 de Fevereiro de 2012 às 22:37
Adorei! Sem duvida que eu quero mais! :)
De » Alexandra C. a 18 de Fevereiro de 2012 às 22:42
AMEI :o
Aí de ti que fiques sem postar assim tanto tempo :c
Eu adoro as tuas fics.
vá vá, quero um capítulo muito em breve sim ? :c
<3
De SaraFilipa' ♥ a 18 de Fevereiro de 2012 às 22:47
tu tens de continuar! omg eu estou quase a chorar com eles. ela tem de conseguir provar o amor que sente por ele, ela tem de lutar por ele. eles mecerem estar juntos!
continua a postar, adoro realmente esta fic.
beijinhos
De *B* a 18 de Fevereiro de 2012 às 23:07
amo amo amo
eu chorei!
esta to lindo
posta logo
bjs
De *B* a 18 de Fevereiro de 2012 às 23:28
de nada apenas disse a verdade
De *B* a 19 de Fevereiro de 2012 às 13:04
ó, está simplesmente perfeito adorei mesmo

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