The Only Exception
Sábado, 14 de Janeiro de 2012

ss - décimo terceiro. ♥

dois meses sem postar, acho que é mesmo o meu recorde. xd mas cá está o bichinho, que tanto me pediam.
eu sei que já o fiz no meu blog pessoal, mas não custa nada voltar a repetir: quero agradecer a quem esteve este tempo todo à espera da continuação da fic, sem me abandonar. vocês são todos uns fofos, e eu agora vou comer. bisu*

eu podia mesmo afirmar que não passava de uma cobarde, de uma pessoa incapaz de lidar com a própria mente. era estúpido a forma como eu tentava evitá-lo quando se encontrava mesmo à minha frente, e depois ansiava encontra-lo quando estava longe. eu sentia-me culpada por esta situação, mesmo que tentasse convencer-me a mim mesma que a culpa era dele por duvidar de mim. mas também o quê que eu queria ? que ele acreditasse nos meus sentimentos, quando fui incapaz de os admitir perante o meu ex-namorado ? só tem um nome capaz de te classificar caitlin, idiota; isso mesmo, não passava de uma idiota que após esperar tanto tempo por ele, o desperdiço por não querer arcar com as 'consequências', que eu mesma tinha feito.

will: catilin ! - chamou-me, tentando captar finalmente a minha atenção - tu estás onde, rapariga ?

eu: ásia, de férias - esbocei um sorriso irónico, enquanto mexia os cereais com a colher. aquilo já não se podia considerar cereais, mas sim uma autêntica pasta.

sophie: ao menos ouviste o que estávamos para aqui a dizer ?

eu: hmm, hmm - menti, eu nem sequer me lembrava que ainda me encontrava acompanhada - e não podia estar mais de acordo.

eric: quer dizer que achas que os pinguins no verão são abduzidos para júpiter ? e que os ursos polares apenas hibernam quando marte se encontra muito próximo da terra ?

wtf ? que conversa era aquela ? ou eu estava num mundo paralelo ao deles, ou então não era a única com a mente confusa e longe de qualquer lógica.

eu: eu começo seriamente a duvidar do vosso fornecedor de droga, nada do que vocês estão a dizer faz sentido - olhei séria para cada um, originando gargalhadas gerais. não estava a perceber onde estava a piada.

ruth: ele estava a gozar contigo cailtin, era só para não teres o descaramento de mentir, ao dizeres que tinhas ouvido tudo o que falamos - esclareceu-me, continuando a rir-se. óptimo, eu estava a sentir-me posta de parte e pior, tinha sido eu a provocar isso.

eu: ahm, que fofo. quando houver mais contem-me - esforcei um sorriso, fazendo-os parar de rir.

chris: já repararam que falta cerca de um mês para voltar a rotina das aulas ? - evitou que o silêncio se instala-se.

payton: parece que ainda ontem entramos para aqui, e agora já estamos quase a ir embora - fingiu amuar - não acredito que terei que voltar para aquela escola decadente, cheia de pessoas parvas.

ruth: estás bem melhor que eu, que terei que ir para uma escola, onde o sonho dos rapazes é ser pastor e das raparigas, ir viver para nova iorque - revirou os olhos, numa espécie de lamúria.

eric: eu terei que voltar aos treinos, o que nem é muito mau - acabou com o seu sumo de laranja - visto que estou a precisar de me mexer, isto aqui é um bocado parado.

sophie: se querias algo exigente, ias para o exército - protestou, fazendo-o rir e dizer algo do género "não era de todo má ideia".

will: olhem o justin ! - disse, fazendo-me olhar na direcção que ele olhava - eý dude ! anda para aqui ! - acenou, fazendo-o olhar na minha direcção.

virei-me para a frente assim que o nosso olhar se cruzou. já era hábito não estarmos juntos, no momento em que ele chegava eu arranjava sempre maneira de sair. algo que ele nunca fizera, o que me fazia parecer ainda mais idiota. assim que chegou até nós tive o instinto de me levantar, não me sentia à vontade naquele clima, digamos que durante a semana em que nos chateamos eu consegui encará-lo e até tentei adaptar-me à mentira de que tudo continuava igual ao que éramos, antes da nossa espécime de relação, o que não deu resultado. funcionava com quem não tinha sentimentos, que infelizmente não era o meu caso. eu gostava dele, à minha maneira, mas gostava. 

eu: podes-te sentar aqui - disse pegando no tabuleiro e saindo da beira deles.

payton: éy, onde é que vais ? - chamou a minha atenção.

eu: embora - disse obviamente.

sophie: está tudo bem ? - pareceu realmente preocupada com a minha situação.

eu: melhor era impossível, por acaso hoje acordei extasiada, podemos mesmo afirmar que é um dos melhores dias da minha vida, nunca me senti tão feliz - menti, atrevi-me a olhar para ele e lá estava o seu olhar preso em mim, um olhar frio e cauteloso. saí da beira deles e fui pousar o tabuleiro, dirigindo-me logo a seguir para a saída.

precisava de mais uma vez, estar sozinha. tornava-se já hábito, sempre que havia tempo eu dirigia-me sempre para aquele local. sentia-me tranquila, e sabia que era muito raro aparecer lá quem quer que seja. mesmo para mim não fazia sentido estar assim, porque no fundo eu não quis assumir nada, para não me envolver demais e o quê que acabava por acontecer ? estava eu a viver a minha vida em torno dele, em torno dos seus movimentos. ele aparecia, eu arranjava uma maneira de desaparecer. ele falava, eu fingia não ouvir. ele olhava, eu virava a cara. ele mostrava gostar de mim, eu mostrava ser otária.

sentei-me numa pedra, fitando o céu. eu tinha vindo para este campo com o objectivo de esquecer de uma vez por todas o tyler, mas via-me neste preciso momento a tentar lutar contra um sentimento que me fazia feliz, um sentimento que eu desejava já à bastante tempo. já não havia espaço para o tyler na minha vida, mas ao que parecia, também já não havia espaço para o justin, por opção dele, mas por culpa minha.

tyler: sozinha aqui ? - tirou-me do transe em que me encontrava.

eu: até agora sim, e adivinha ? gostava de continuar assim.

tyler: porquê todo esse mau feitio ? - sentou-se ao meu lado - só estou a tentar melhorar as coisas entre nós.

eu: nem que te mates, o irás fazer - fui curta e grossa.

tyler: olha que o posso fazer - esboçou um sorriso - eu só quero uma segunda oportunidade.

eu: não - revirei os olhos - tu magoaste-me.

tyler: já pedi desculpas por isso, não sabia o que estava a fazer.

eu: óh tadinho, o menino sofre de problemas cerebrais para não conseguir controlar o que faz, é ? - ironizei, ele ou era parvo ou era parvo.

tyler: ela é que me agarrou cate, sabes bem que eu era incapaz de trair.

eu: devias frequentar um ginásio, visto que não tens mais força que uma rapariga. isso está grave, ela agarra-te e tu não te consegues defender. quê ? 90 ou 120 kg ?

tyler: podes parar de me atacar ? não te custou só a ti, imaginas o que foi acordar para a realidade e perceber que tu já não fazias parte dela ?

eu: não tens jeito para campanhas eleitorais, é que não convences ninguém com esse teu paleio.

tyler: eu ainda gosto de ti, muito - deu ênfase no muito.

eu: e eu quero que desapareças, muito - ironizei, imitando-o.

tyler: quando é que vais perceber que eu sou o único que te pode fazer realmente feliz, como um dia já foste ? - começou-me a acariciar a face. existia um brilho nos olhos dele que eu já não via à imenso tempo, ele talvez tivesse mesmo a ser sincero, mas a verdade é que isso já não me importava minimamente.

eu: não quero parecer mal-educada, mas agradecia que retirasses a tua mão de cima de mim ... ah, e também agradecia que te fosses embora, porque para além de estares a ocupar o meu precioso tempo, estás-me a irritar com isso. eu já não gosto de ti, nem o voltarei a fazer, percebi que eu não era assim tão feliz a teu lado - disse sem hesitar uma única vez, fazendo-o perder o pequeno sorriso que tinha estampado no rosto.

tyler: vais-me dizer que preferes o loiro a mim ? - disse irritado, não tinha culpa que ele não soubesse lidar com a realidade.

eu: desde quando é que te devo explicações ? tu não me és nada - levantei-me - foste uma das pessoas mais importantes da minha vida, mas como podes-te perceber eu conjuguei aquela frase no passado. tu não passas disso mesmo, de um passado - suspirei - acabou, vê se percebes.

tyler: desde quando é que te tornas-te tão fria ? - olhou para cima, conseguindo encontrar o meu olhar - tu já não és a caitlin que eu conhecia, e que amava.

eu: nem tu és o tyler que eu pensei que fosses - eu já começava a ficar farta daquela conversa, não nos ia levar a lado nenhum, então porquê continua-la ? - eu sou fria ? sim, porque foi a mim que encontras-te enrolada com outro, tens imensa razão. devo-te um pedido de desculpas, senhor namorado perfeito.

tyler: tu pensas que eu sou parvo ? - levantou-se, agarrando-me nos braços - pensas que naquela tarde em que eu bati no justin, eu não sabia que lá estavas ? - balançou-me.

eu: larga-me - disse pausadamente, fazendo-o apertar-me mais os braços - estás-me a magoar, otário.

tyler: tu também me magoaste, ao te envolver com ele - a sua expressão era assustadora, eu já não o reconhecia - eu voltei por ti, humilhei-me e recebi o quê em troca ? um par de cornos ! - soltou uma breve gargalhada vazia de qualquer humor - ainda para mais vindos de alguém como o justin.

eu: alguém como ao justin ? quem te dera a ti, seres minimamente parecido com ele - debati-me nos seus braços, tentando-me soltar, o que foi totalmente em vão - o teu problema é mesmo esse, não é ? tu sabes que o justin é melhor, e custa-te aceitar que eu percebi isso.

tyler: cala-te - abanou-me por completo, fazendo-me ficar verdadeiramente com medo - tu não sabes o que estás a dizer.

eu: sei sim, o teu único problema é não admitires que alguém seja melhor que tu - esbocei um sorriso cínico, mesmo estando assustada com a sua atitude, não fazia intenções de lhe mostrar isso - e acredita, que o justin é, em tudo.

tyler: porquê que me estás a magoar tanto ? - largou-me com força, fazendo-me desequilibrar e quase cair - quem gosta não magoa, caitlin.

eu: lá está, mas eu não gosto de ti - ele encontrava-se sem expressão alguma, aquilo estava-lhe a magoar.

tyler: vai lá, corre atrás daquele otário ! - gritou-me, fazendo-me dar um salto de susto - se achas que ele vai conseguir fazer-te feliz, vai ! mas acredita que te vais arrepender.

eu: isso é uma ameaça ? - aproximei-me dele, fazendo-lhe frente.

tyler: não, apenas ele não te vai conseguir fazer feliz, não como eu - esboçou um sorriso malicioso - eu bati-lhe e ele fez o quê ? deixou-te, e ainda achas que ele gosta de ti. já tiveste mais ciente da realidade, cate.

eu: caitlin, para ti é caitlin - virei costas pronta para sair dali. ele não deixava de ter razão - ficas avisado de uma coisa - disse virando-me para trás - voltas a tocar-lhe e eu garanto-te que vais implorar a tudo o que conheces, nunca me teres conhecido - virei costas e continuei a andar. eu podia parecer indefesa, mas quando tocavam no que era meu, qualquer aparência indefesa desaparecia.

eu iria fazer o quê agora ? não tinha ninguém quem recorrer, não falo de apoio, pois esse sabia que o encontrava mal o procurasse, falo de amenizarem a dor, algo que eu sei perfeitamente que só uma pessoa é que o poderia fazer.

mal cheguei perto de quase toda a gente do campo, fui chamada pelos monitores para me juntar a eles.

eu: posso não fazer, pelo menos hoje ? - fiz o meu melhor olhar, não que fosse necessário. o meu estado falava por si só.

monitora: tu estás bem caitlin ? - olhou com uma expressão séria e preocupada - já alguns dias que te noto em baixo, passa-se alguma coisa ?

eu: nada de muito relevante - esforcei um sorriso desproporcional ao meu rosto - coisas de adolescentes.

monitora: espero que saibas, que podes contar comigo para o que for, e quando falo de mim, também me refiro ao andrew.

eu: eu sei, mas não é preciso tanta preocupação, é apenas um mau momento - o mais inevitável aconteceu, na minha frente estava precisamente a maja a fazer-se ao justin, e para melhorar tudo, ele não a rejeitava. eu chegava mesmo a ser ridícula. estava-me a morder de ciumes, sabendo perfeitamente que não tinha esse direito. eu tinha feito a minha escolha, o que significava que já não tinha direito algum de me intrometer na vida dele.

payton: só estás a colher o que plantaste - disse naturalmente, chegando perto de mim - tiveste a tua oportunidade, agora é arcar com ela - olhou na mesma direcção que o meu olhar se encontrava.

aquela cena era deprimente, não só pelo facto de que me incomodava, mas também porque dava uma imagem de rapariga desesperada à maja. custava assim tanto ficar por apenas um, em vez de andar atrás de todos ?

eu: como é que tu sabes ? - pegruntei claramente surpresa com o seu comentário.

payton: sou tua melhor amiga, conheço-te como ninguém - esclareceu-me, virando-se de frente para mim - e digamos que tu não és nada discreta ao saíres todas as vezes que ele aparece. admitamos, tu não és boa a disfarçar sentimentos.

eu: o resto do pessoal sabe ? - se era assim tão evidente, eles com certeza saberiam.

payton: existem apostas, nada de confirmações. o teu irmão e o meu acreditam que nunca aconteceu nada muito elaborado, apenas uma mera curte, a ruth e a minha prima afirmam que ainda não aconteceu nada, mas que ambos estão apaixonados um pelo outro e que sabem, só não querem dar o braço a torcer. eu sou a única que tem a certeza.

eu: e o will ? - estranhei o facto de ela não o ter referido.

payton: bem, o will assim como eu, tem a certeza. aliás, foi ele que me alertou para a vossa situação. - esboçou um sorriso sincero, o mesmo que usava todas as vezes em que ouvia algo que lhe agradava - o justin disse-lhe que não sabia como, mas tu tinhas-lhe tirado qualquer tipo de raciocínio, que quando tu estás por perto ele fica sem saber o que fazer.

era estranho imaginar o justin falar isso, ele parecia tão controlado. dava sempre a entender que calculava cada passo, tendo sempre confiança.

eu: o justin ? tens a certeza que estamos a falar do mesmo ?

payton: tenho - rolou os olhos - mas bem, já está tudo perdido. ele agora vai comer a naja e tu vais ficar de fora.

eu: quando é que percebi mesmo que eras minha melhor amiga ? tens a certeza que nessa altura não me encontrava sobre o efeito de qualquer químico ? - ironizei, ela não estava a ajudar.

payton: só estou a ser sincera, a tua vez passou - deu de ombros - ele agora não quer saber mais de ti, e tu tens que te habituar a isso. conformar, sem fazer nada. como fraca que és.

eu: desculpa ? - perguntei visivelmente chocada.

payton: é isso mesmo que tu estás a ouvir - disse naturalmente, amarrando o cabelo - como cobarde que és, só te resta manteres-te aí, com esse aspecto lamentável, vendo o rapaz que gostas com outra. que por acaso é a maja, ele sim é sortudo.

eu: já percebi o que estás a tentar fazer - acordei para a realidade, ela não me estava a ofender, estava a fazer jogo psicológico - tu queres que eu mostre que não sou nada do que disseste.

payton: eu ? não disse nada disso - fingiu estar a falar a verdade - mas caso o estivesse a fazer, acharia que agora era uma boa altura de intervires - apontou para eles, dando-me a imagem dela quase a beijá-lo, de tão perto que estava. filha de um bovino.

ela tinha razão, eu estava-o a entregar de bandeja. eu parecia uma criança de 12 anos que nunca teve um namorado na vida, com tantas mudanças de opinião, eu haveria de ser hospitalizada e frequentaria várias vezes um psiquiatra. num momento queria coca-cola, como no outro queria fanta. para além da bipolaridade precoce, eu estava a perder qualquer tipo de sentido, isto é: se é que alguma vez o tive.

monitora: quero que se juntem a alguém, fazendo um par, para começarmos logo com as competições - falou extremamente alto para que todos a ouvissem, tirando-me assim dos meus pensamentos.

payton: o caminho é para a frente, se ousares olhar para trás, ou irás enganar-te na direcção, ou chocarás com algo - afastou-se de mim, assim que ouviu o will dizer num volume mais elevado que ficaria com ela.

eu: eu fico com o justin ! - falei num tom demasiado alto, o que me surpreendeu devido à minha insegurança.

o mesmo olhou-me chocado, não esperando de todo o meu comportamento. tentei mostrar confiança a cada passo que dava até ele, mas parecia cada vez mais complicado isso acontecer. eu queria enganar quem ? eu não passava de uma cobarde, de uma indecisa.

maja: não ficas nada ! - exclamou chateada - ele fica comigo, já o tinha dito.

eu: lamento, mas ele é meu - dei ênfase na última palavra, originando um sorriso discreto da sua parte.

maja: tu nem ias fazer a actividade ! - falou agora para a monitora - o justin tem que ficar comigo.

eu: mas faço agora ! - falei com a mesma arrogancia que ela - de um momento para o outro comecei-me a sentir melhor.

maja: não me interessa, o justin está comigo ! - tentou passar um sentido duplo.

monitor: muito simples, o justin que escolha - arranjou uma solução, que não era de todo favorecida para mim.

eu iria ficar mal em frente de todos, iria ser um dos maiores foras que eu algo vez tinha recebido. comecei a pensar em várias hipóteses de me retirar dali, sem parecer que era de propósito. como por exemplo, mandar-me para o chão, fingindo ter desmaiado. ou então começar aos gritos por uma suposta dor, muito repentina, na barriga. hmm, boas ideias. eu queria enganar quem ? estava mais que feita.

maja: sim justin, escolhe - pediu-lhe esperançosa. otária.

ele: fico com a caitlin - disse olhando para mim. fiquei imóvel assim que ouvi o meu nome. como assim ele queria-me a mim ?

eu: tens a certeza ? - perguntei com uma voz extremamente baixa, devido à incredibilidade daquele momento.

ele: tu nunca aprendes, pois não ? - o seu tom de voz demonstrava humor, mas a sua expressão não era de todo compatível com isso - eu quero-te a ti ...

todo o sangue que circulava pelo meu corpo, se concentrou no meu rosto. estúpida fragilidade ! um sorriso apareceu no meu rosto, mostrando o quanto aquilo tinha significado para mim, mas logo desapareceu assim que ouvi a continuação das suas palavras.

ele: para este jogo, eu sei o quanto és boa a correr - disse extremamente calmo, como se achasse que aquilo era uma coisa natural de se dizer a alguém.

eu: claro, nem eu pensei noutra coisa - ironizei, ficando com a pior expressão do mundo. hmm, eu era boa a correr, que coisa mais motivante. realmente iria-me dar jeito quando algum dia estivesse a ser perseguida, por um bando de raptores interessados na imensidão da minha fortuna, inexistente.

não há mesmo nada melhor que ouvires do rapaz que gostas, que te quer junto dele, porque tens uma fácil mobilidade com as pernas. melhor que isso, só mesmo ele dizer que gosta de estar contigo, porque tu és como um irmão para ele. fuck.

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 18:47
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30 pintinhos piu:
De Rita a 14 de Janeiro de 2012 às 19:10
capitulo novoooooooo yey :)
que saudades disto meu deus, ainda bem que voltas-te
ai jasus que a caitlin só faz asneira, agora amanhe-se, alguma coisa vai ter de fazer com a situação do justin.
e essa da filha de um bovino desatei-me a rir ahah
e ca ganda barra que a caitlin levou eu quero te a ti... para este jogo x)
A sério com 2 meses de espera ler isto soube mesmo bem ahah :p
adorei, beijinho
De ;Catherine a 14 de Janeiro de 2012 às 19:24
gostei muiiito *-*
posta o próx. muito fast, não fiques outros 2 meses sem postar nada, shim? o:
- gostei muito da última parte, de ele a escolher só por ela correr muito , ahahah :t
De daniela a 14 de Janeiro de 2012 às 19:40
tava a ver que nunca mais rapariga.
o tyler é um parvo, mén. e eu a pensar que no momento em que ele estava a «agredi-la» o justin ia aparcer e ser o seu heroi, mas pronto aceito assim xD
devias postar mais um capitulo hj para compensar os dois meses sem poder ler a tua fic linda.
De agnes hope a 14 de Janeiro de 2012 às 19:41
após 2 meses sem postar, continuas com o mesmo talento. :)
De The voice of the heart a 14 de Janeiro de 2012 às 21:12
aquele texto debaixo da imagem tem tudinho a ver comigo :o
De divadamaso a 14 de Janeiro de 2012 às 22:26
adorei adorei adorei!
adoro a payton! ahahah aquele jogo psicológico foi o melhor xp
e a ultima parte do justin, foi mesmo coisa à rapaz, daquelas coisas estúpidas que eles dizem -.-

postaaaaaaaaaaaa @
De divadamaso a 14 de Janeiro de 2012 às 23:31
pois eu compreendo, mas não sei porque não vejo uma rapariga a dizer isso..
De divadamaso a 14 de Janeiro de 2012 às 23:42
ahahahah, fico feliz por saber disso xp
eu sou super coisinha não gosto de magoar as pessoas, se bem que estou bem mais fria a cada dia que passa o.o
De Suzzie a 14 de Janeiro de 2012 às 23:52
Oiww adoreii o capitulo, ja tinha saudades
Posta rapido *-*
De rita mariz. a 15 de Janeiro de 2012 às 03:26
valeu a pena os dois meses de espera e o monte de comentários a pedir um nvo capitulo xd
está lindo rapariga , não fiques é dois meses sem postar , senão , morro !

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