The Only Exception
Sábado, 5 de Novembro de 2011

ss - décimo segundo. ♥

e hoje faz precisamente um mês que não posto. ip ip urra ! mas não é preciso partir para a violência, porque o cap é enorme. .

como dizem os sábios "tudo que é bom dura pouco", as minhas férias não eram de todo excepção, faltava pouco menos de um mês para irem para o espaço. teria que voltar para a minha realidade, teria que terminar o secundário e para piorar: teria que levar ainda mais com o tyler. era certo que ele já não me chateava com tanta frequência, mas só o facto de o ver já me causa má disposição.

e como todo o mundo sabe: nas férias de verão é norma chover - ironia em alta -, então para fazer caso à tradição: nós estávamos todos na sala, porque não havia condições de fazer actividades no exterior.

payton: juro que mais um minuto aqui sem fazer nada, eu vou matar a primeira ruiva que me aparecer à frente - sim, se havia algo na minha melhor amiga que eu tanto adorava era a sua subtileza.

chris: nunca pensei em dizer isto, mas: isto está um seca - lamentou-se.

eu: nunca pensaste dizer isso, porquê ? - perguntei, não entendendo a lógica do seu comentário.

chris: porque está a chover - começou a rir-se que nem um louco.

sim, o humor do meu irmão era meio macabro e quase imperceptível. mas que se há-de fazer ? o pior cego é o que não quer ver, não é assim ?

ele: é obrigatório ficar aqui, ou podemos ir para os dormitórios ? - perguntou ao monitor.

monitor: a regra é estar dentro das instalações, portanto acho que sim, que podem ir para os dormitórios.

payton: ah abençoado senhor que ouviu as minhas preces - começou a dramatizar - gosto muito de vocês, mas eu vou-me - levantou-se do sofá, fazendo todos olhar para ela.

will: eu vou contigo - prontificou-se logo, levantando-se do chão.

ele: vais para o nosso dormitório ? - perguntou como quem não quer a coisa, ele de certo modo já tinha tudo planeado.

willnup, vou para o da payton - disse com segurança e firmeza, fazendo-a exibir um dos seus sorrisos mais sinceros.

ele: está bem bro, vai lá - ajeitou-se no sofá, olhando para mim.

eles saíram juntos, deixando-nos lá. já ninguém sabia do eric e da ruth, como seria de esperar deveriam de estar em algum sitio, juntos.

sophiechris, vamo-nos juntar a eles para ver o filme ? - perguntou, já sabendo a resposta. toda a gente sabia que o chris não negava nada à sua princesinha loira.

chris: vamos - levantou-se, puxando-a - vocês vêm ?

eu: eu não - olhei para o justin - tu vais ?

ele: não me apetece - riu-se - vão vocês.

sophie: então pronto, até já - disse saindo da nossa beira, seguida pelo meu irmão.

dissemos em uníssono "até já". estávamos só nós dois naquele sitio, o resto do pessoal estava a ver o filme, a jogar jogos nas mesas ou então nos dormitórios. deitei-me sobre o seu colo, não só por querer a sua atenção, como pelo facto de estar com frio. digamos que a minha roupanão era a mais apropriada para aquele tempo, mas também qual é a do frio ? tinha mesmo que vir atentar o meu verão, num era ? falso amigo ! instantaneamente, começou a acariciar o meu braço, descendo as mãos até as minhas pernas, ficando lá a acaricia-las.

eu: tenho frio - queixei-me, fazendo-o torcer o nariz e logo me atacar.

ele: também já viste as roupas que usas ? - falou autoritário, como se na realidade tivesse alguma coisa contra o meu estilo - andas sempre destapada, depois admira-te se apanhares uma constipação.

eu: exagero - revirei os olhos, e ajeitei-me nas suas pernas - é verão, querias o quê ? que andasse com um sobretudo, e botas até o pescoço ?

ele: isso seria bom, pelo menos não havia tantos olhos colados em ti - aquilo eram ciúmes ? o grande justin com ciúmes ? não posso !

eu: que lindo, tu estás com ciúmes - esbocei um sorriso embevecido, aquilo era fofo de mais.

ele: eu ter ciúmes ? que piada - esforçou o riso - eu não tenho ciúmes de nada, nem de ninguém.

eu: se tu o dizes ... mas se por acaso fossem ciúmes, fica a saber que eu acho isso muito querido - virei-me de barriga para cima, conseguindo assim acariciar-lhe o rosto, fazendo-o beijar a palma da minha mão. fechei os olhos assim que as suas mãos começaram a fazer círculos imaginários no pouco da minha barriga que estava descoberta.

ele: quero-te beijar - sussurrou, fazendo-me tremer com a rouquidão da sua voz.

eu: sabes bem que aqui não o podes fazer - mordi o lábio ainda de olhos fechados, era proibido qualquer relacionamento ainda para mais com a directora por perto, os monitores ainda facilitavam, mas ela não.

ele: aqui não, mas noutro sitio podemos - começou a deslizar a mão para o meu peito, fazendo-me arfar.

eu: pára com isso - disse fraca agarrando-lhe na mão, ai como eu odiava o meu lado fraco quando estava perto dele - qual é a tua ideia ?

ele: anda e verás - retirou a mão de dentro da minha camisola, permitindo-me sentar no sofá. levantou-se, estendendo-me a mão para me ajudar a levantar e ir com ele. assim o fiz, sendo de seguida guiada para um sitio que eu conhecia demasiado bem: o seu dormitório.

todos os anos calhavam-nos os mesmos dormitórios, com as mesmas pessoas ... ou seja: eu já lá tinha ido imensas vezes, não só para o ver, como para ir ter com o meu irmão e com os outros broncos, ao qual - não sei porquê - chamo de amigos.

eu: qual a ideia ? - perguntei, fazendo-me de inocente assim que entramos lá.

ele: isso ainda terá que ser averiguado - provocou-me, emudecendo o lábio superior - assim ninguém nos irá incomodar - disse enquanto trancava a porta.

caminhou até mim, agarrando-me pela cintura deitou-me na cama. levou a sua boca até ao meu pescoço, fazendo-me soltar pequenos gemidos. foi descendo, até chegar ao meu ombro, começando assim a distribuir beijos e mordidas no mesmo, com a sua mão livre começou a acariciar-me a coxa que estava despida, devido aos meus mínimos calções. empurrei-o, invertendo as posições.

inclinei-me sobre o seu corpo chegando à sua boca, o seu lábio foi logo vitima dos meus dentes com tanta força que logo as suas mãos apertaram a minha anca, fazendo-me movimentar-me sobre o seu órgão que já dava o ar da sua graça. sem esperar mais as suas mãos puxaram-me contra a sua boca, começando finalmente o beijo que ambos ansiávamos desde o momento que estávamos na sala. sem dar amínima explicação, ele deitou-me na cama e levantou-se de seguida. ele tinha sérios problemas.

eu: então ? - reclamei, retirando-lhe uma gargalhada.

ele: calma princesa - disse enquanto procurava algo, na cómoda feito louco - aqui está ! - afirmou mostrando-me o baralho de cartas.

a sério que ele agora queria jogar ? logo agora ? aquilo só podia ser uma brincadeira, e de muito mau gosto. o meu desagrado foi demasiado visível, tanto que para me tentar fazer perceber que nada daquilo era inofensivo esboçou-me um sorriso totalmente perverso e cheio de segundas intenções.

ele: vai um strippoker ? - sorriu-me com o olhar.

eu: tu és louco - sorri, demonstrando que a minha resposta era um sim.

ele: por ti - disse já perto da minha boca, a qual não lhe resistiu durante muito tempo acabando assim por as juntar.

sentou-se de frente para mim na cama, baralhando as cartas e colocando-as em cima da mesma. seria diferente, em vez de quatro ou cinco cartas seria apenas uma, a maior ganhava - como é óbvio. começou ele por tirar a primeira: um 6 de paus. sorri confiante, quando vi que a carta que tinha tirado era uma dama de copas.

eu: começamos bem - gabei-me - vai, tira o que tens a tirar - assim me obedeceu, descalçando-se.

ele: não terás tanta sorte agora - afirmou assim que exibiu o seu rei de ouros, a menos que me saísse um A, não tinha como ganhar. como era de esperar, não saiu. saiu-me um dois de paus. realmente era uma carta muito alta. com o seu sorriso mais trocista falou: quem muito fala, pouco acerta.

eu: idiota - revirei os olhos, descalçando-me de seguida - vamos ver se terás sorte desta vez - disse, perdendo logo o ânimo assim que retirou um sete de copas. sem nunca perder a pose retirei a carta, saindo assim um quatro de espadas - já sei, não precisas de dizer - impedi que me gozasse. retirei a camisola, ficando de soutien. dei-lhe permissão para continuar.

saiu-lhe um três de ouros, fiquei confiante e muito. saiu do baralho um cinco de espadasoýeh. foi a sua vez de retirar alguma peça, optou pelos calções ficando de boxers e exibindo o quanto aquilo lhe estava a agradar.

seguiu-se por uma dama de espadas da sua parte, e um dois de copas da minha. foi a minha vez de tirar alguma peça de roupa, optei obviamente pelos calções, ficando então somente de roupa interior. continuamos saindo-lhe um A de espadas, a sério ? este jogo não estava a ser nada justo. saiu-me uma dama de ouros. independentemente do que quisesse tirar, iria ficar em desvantagem, muita mesmo !

eu: isto não está a ser justo - reclamei sem êxito algum - podes parar de sorrir ? estás-me a irritar.

ele: desculpa, mas agrada-me imenso ver-te dessa forma - mordeu o lábio inferior - anda lá, tens que ir até ao fim.

eu: agrr - joguei sujo, enquanto ele esperava que retirasse uma das partes da minha roupa interior, optei pela minha pulseira, fazendo-o olhar para mim com desagrado.

ele: isso não vale - protestou.

eu: vale pois - esbocei um sorriso vencedor.

ele: batoteira - murmurou, voltando depois ao jogo, saindo-lhe desta vez um três de espadas e a mim um valete de ouros.

eu: oupa meu bem, tira - sorri-lhe perversamente - não lamentas não seres rapariga e não teres acessórios que te salvem ? - não me consegui controlar, desatando a rir demasiado alto.

sem escapatória possível tirou a camisola, deixando o seu corpo já em desenvolvimentos à mostra. mordi o lábio inferior na hora, ele podia não ter um corpo escultural, mas que era irresistível ai isso era e muito.

ele: não te babes - provocou-me, fazendo-me sorrir perversamente.

eu: cansei-me deste jogo - arrumei as cartas para o lado, fazendo-o olhar-me curioso - tenho uma ideia melhor para continuar a tarde - gatinhei até ele, sentando-me no seu colo, recebi logo um gemido como recompensa.

ele: alguma ideia em especial ? - mordeu o meu lóbulo, fazendo-me arrepiar instantaneamente. levei a minha boca ao seu pescoço, mordendo-o de leve. aquilo estava-lhe a agradar cada vez mais, conseguia perceber isso por estar sentada em cima das suas pernas. sem sequer pedir permissão começou a desapertar-me o soutien, retirando-o logo de seguida. não consegui sequer ver para que direcção é que ele tinha ido, e muito sinceramente naquele momento isso era irrelevante. levou a sua boca até um dos meus seios.

gemi automaticamente, puxando-lhe os cabelos. comecei a rebolar, fazendo-o intensificar os movimentos com a língua. as suas mãos exploravam cada parte do meu corpo, o seu toque era suave, fazia-me arrepiar mal estava em contacto com o meu frágil e esguio corpo. ele era cuidadoso com tudo o que fazia, fazendo-me sofrer ainda mais por antecipação. afastou a sua boca do meu peito e deitou-me na cama, colocando de seguida o seu corpo sobre o meu.

coloquei as minhas pernas sobre a sua cintura, fazendo um contacto mais aprofundado. estava a perder o controlo com os seus beijos no pescoço, estava cada vez mais com vontade de passar a preliminares.

ele: se for para parar, paramos agora - disse ofegante - é que depois não o irei fazer.

eu: e quem é que disse que quero parar ? - passei as minhas unhas sobre as suas costas, marcando-o.

um sorriso satisfatório tomou pose do seu rosto claro, atacando de seguida a minha boca com desejo. pela primeira vez ao seu lado eu sentia-me preparada para ir mais longe, sentia-me segura. começava a pensar seriamente se o nosso jogo não estaria a ir para um nível demasiado perigoso para mim. senti a sua mão a acariciar a minha perna, dirigindo-se para os meus pequenos boxers verdes. tremi instantaneamente assim que a sua mão esteve em contacto com o interior da minha coxa. mordi-lhe o lábio, puxando-o para mim e de seguida lhe fazer um pequeno chupão no mesmo. afastamos-nos no mesmo instante em que ouvimos alguém bater à porta. quem quer que seja, eu iria mata-lo por nos estar a interromper, e depois iria-me certificar que jamais iria poder ter filhos.

bieber abre a porta ! eu sei que estás aí dentro ! - percebi pela voz que se tratava nada mais, nada menos do que do tyler.

eu: e agora ? - sussurrei olhando-o preocupada, se fossemos apanhados estávamos mais que feitos. aquilo era suposto ser segredo, principalmente a nossa privacidade.

ele: queres assumir as coisas ? - olhou-me sério, fazendo-me ter medo de responder.

eu: não - admiti, fazendo-o ficar com uma expressão diferente, parecia desiludido - desculpa ... - murmurei.

ele: então esconde-te no quarto de banho - disse saindo de cima de mim - quando poderes sair eu digo - começou a apanhar as roupas e vestindo-as.

peguei em todas as roupas que estavam ao alcance da minha vista, correndo para dentro do quarto de banho deles. consegui ouvir a porta a ser aberta.

tyler: vou ser directo, afasta-te da minha namorada - disse firme, mostrando o quão estava irritado.

ele: desculpa ? a tua namorada ? - pude perceber pelo barulho que se tinha sentado na cama - e posso saber quem é ela ?

tyler: não te faças de parvo bieber, sabes bem que me estou a referir à caitlin - estremeci assim que ouvi dizer o meu nome, se aquilo desse para o torto eu não podia fazer nada.

ele: com que então namorada ? - disse sarcasticamente - não sei se sabes o significado de acabar uma relação, mas de qualquer das formas eu posso-te explicar: significa que deixaram de ser namorados.

tyler: não, não quer - disse alto - ela beijou-me, sabes o que isso é ?

ele: ouvi dizer que foi ao contrário, mas pronto - soltou uma gargalhada vazia de qualquer humor.

tyler: estás-te a arriscar de mais, loirinho - consegui ver que se aproximava dele, pela pequena abertura da porta - não te tentes meter no meu caminho, que pode-te correr bem mal.

ele: adivinha ? não me metes medo - levantou-se da cama, fazendo-lhe frente - eu não tenho nada com a tua actual ou ex namorada, portanto podes deixar de fazer essa pose de mauzão.

tyler: não têm nada ? então e aquela chamada que atendeste, alegando que ela estava nua à tua frente ?

ele: simples, foi uma coisa de momento - dirigiu-se para perto da porta aonde eu estava - ela estava disponível, eu estava interessado e havia uma camarata livre - disse ironicamente, fazendo-o irritar-se cada vez mais.

tyler: puto, se eu sei que lhe tocaste com um dedo sequer, eu mato-te - caminhou até ele, comecei seriamente a ficar assustada com aquilo tudo.

ele: com um dedo ? posso-te garantir que foi com muito mais - provocou-o - e também te posso garantir que ela gostou.

sem ter tempo para reagir, o seu rosto foi atingido por um punho já bem previsível. ele tinha começado a sangrar instantaneamente, deixando o tyler com um ar vitorioso. não consegui reagir, deveria ter ido em seu auxilio mas não me vi capaz de tal.

tyler: eu avisei-te - saiu da beira dele, dirigindo-se para a saída - se eu sei que o que me contaste é verdade, vai-te acontecer bem pior - ameaçou saindo de seguida.

não saí de dentro do quarto de banho, ele disse que me chamava portanto. decidi vestir a roupa, percebendo que não tinha soutien. boa, só me faltava mais essa.

a porta abriu-se instantaneamente, vendo de perto o estado do seu rosto. ele estava cheio de sangue saído do nariz, se havia algo em que o tyler era bom, era em lutas.

eu: estás bem ? - dirigi-me logo a ele, que já se encontrava no lavatório.

ele: óptimo - disse rude, fazendo-me ficar logo chateada. eu não tinha feito nada e estava a ser mal tratada porquê ? 

eu: deixa-me tratar disso - aproximei-me do seu rosto levando a mão até ele, sentindo logo a seguir uma mão a agarrar o meu pulso e pousa-lo para baixo, era ele.

ele: não me toques - disse sério, levando de seguida água até o seu rosto magoado.

assim que acabou de o limpar, já não sangrava. limpou o rosto à toalha e deixou-me sozinha naquele cubículo, sem me dizer nada. fui logo atrás dele, puxando-o para trás obrigando-o a olhar-me.

eu: mas tu estás parvo ? - perguntei chocada - estás assim porquê ?

ele: deixa-me cá pensar - fingiu ficar a pensar - talvez porque te recusaste a assumir algo comigo em frente ao teu ex, porque viste-o a dar-me um murro e nem sequer fizeste nada. já chega, ou precisas de mais ?

eu: desde inicio deixaste claro que isto era segredo, e agora já queres assumir ? - ele podia ter razão, mas eu também não deixava de a ter.

ele: fui mesmo parvo em pensar que para ti era muito mais que um jogo - riu-se secamente de algo que eu não tinha percebido.

eu: para ti era mais que isso ? - perguntei esperançosa de ouvir um sim.

ele: não importa - desvalorizou algo que para mim era importante - volta lá para o tyler, vocês merecem-se ... ambos são bons a esconder coisas - atacou-me sem sequer se preocupar de como eu iria ficar.

eu: essa foi baixa - admiti, sem sequer ter pensado - tu sabes bem que eu gosto de ti.

ele: gostas ? - aproximou-se de mim - gostas mesmo caitlin ?

eu: gosto - disse com firmeza, não o amava, mas gostava dele.

ele: então prova-mo - olhou-me nos olhos, fazendo-me ficar um pouco assustada - se gostas mesmo de mim, prova.

eu: como ? - perguntei confusa - eu não sei o que fazer para te provar.

ele: então esquece, não vale a pena - afastou-se de mim - não vai adiantar de nada estar metido numa coisa que não terá futuro algum. o jogo acabou caitlin, agora não precisas de ter medo de assumir nada perante o tyler - disse isso e saiu do quarto, deixando-me mais uma vez sozinha e com uma tremenda cara de parva a olhar para a porta, agora fechada.

ao vê-lo acabar tudo e a deixar-me ali, só me ocorreu um pensamento: eu não queria o tyler, eu queria-o a ele. ah, isso e o facto de eu ser estúpida.

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 19:45
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57 pintinhos piu:
De dan a 5 de Novembro de 2011 às 20:18
deves querer porrada, só pode u.u
De mariab*♥ a 5 de Novembro de 2011 às 21:35

OMG; tu matas-me ! adorei simplesmente, santo deus as coisas agora vão aquecer mais do já aqueceram; a sério valeu a pena esperar durante 1 mês; está simplesmente lindo !!! não há palavras; meu deus aquela tocou mesmo ao bieber... fico á espera pelo próximo xP;
Besos.
De maggie a 5 de Novembro de 2011 às 21:38
oh, chateados por uma coisa tão parva :/ ela devia ir atras dele!
De Ana Silva ♥ a 5 de Novembro de 2011 às 22:44
gostei mesmo muito ;o
De inês silva- a 5 de Novembro de 2011 às 23:07
como sempre, adorei o capítulo :3
De Rita a 6 de Novembro de 2011 às 01:07
amei amei amei
ai como eu gosto das tuas histórias pah, mal posso esperar pelo proximo mesmo
beijinho
De » Alexandra C. a 6 de Novembro de 2011 às 01:14
Adorei; adorei :o
vê lá se desta vez nao ficas um mês sem postar :o
Adorei mesmo (L) 
De inês silva- a 6 de Novembro de 2011 às 18:57
de nada :) 
ps. gosto do visual!
De inês silva- a 6 de Novembro de 2011 às 19:01
eu também, e quero-a :3
De mariab*♥ a 6 de Novembro de 2011 às 19:11
wow obrigada +.+;
pobre Justin; e vou ser sincera nunca pensei que o Justin ficasse tão apanhado pela Caitlin, afinal para ele não era só jogo S:
Só espero que melhorem.. e atenção o tyler devia apanhar, para aprender a não interromper momentos.. xp
Mal posso esperar pelo próximo capítulo. (:

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