The Only Exception
Quarta-feira, 24 de Agosto de 2011

ss - nono. ♥

queria agradecer à dádá linda - ainda te lembras de como te chamavas antes ? ahah, ainda é assim que tenho o teu contacto guardado - por todo o apoio que me dá. e só mesmo ela, para fazer as coisas estúpidas que eu peço. 

já é quase um ano a acompanhares-me e isso ? não há ninguém que pague - e agora parecia a minha vóvózinha fofinha -, mas não é só a ela que quero agradecer, é também às pessoas que desde o início do blog me acompanham e também às outras que me acompanham, mas não à tanto tempo. ah e como sou uma fofa, também agradeço as gasparzinhas fofas, que lêem e que não comentam, ou as que lêem e não têm blog. 

e agora vou dormir que estou ficando lamechas de mais, g-suis !

acabamos as actividades daquele dia, sendo assim liberados para um merecido e sonhado banho. antes de poder entrar dentro da camarata, fui abordada pela directora do campo. o seu cenho estava pesado, não iria ser de todo uma conversa agradável.

directora: caitlin, daqui a 10 mints. no meu gabinete, preciso de falar consigo - sem me dar tempo de responder virou-me costas e dirigiu-se ao seu gabinete, deixando o seu cabelo louro ser pouco iluminado por o sol que já se estava a pôr.

sophie: o quê que a directora queria contigo ? - perguntou assim que entrei.

eu: não sei, só me pediu que fosse ao seu gabinete - dei de ombros - não deve ser nada de mais, provavelmente alguma encomenda dos meus pais.

payton: com essa mulher nunca fiando - falou assim que acabou de escolher a sua roupa.

dirigi-me até ao quarto de banho assim que a ruth saiu de lá, embrulhada numa toalha cor pêssego. se havia cor que combinava com o seu tom de pele claro, era aquela mesma. as cores claras sempre a favoreciam, mesmo referindo-nos a uma simples toalha.

decidi ir tomar banho primeiro do que as restantes, iria ter que ir ter com a directora e quanto menos tempo demorasse, melhor. não me permiti usufruir de um banho demorado, porque para além de ter mais pessoas a querer tomar banho, eu tinha que ser rápida. enrolei uma toalha azul bebé, no meu corpo fino e claro. antes de prender o meu longo cabelo castanho numa toalha do mesmo tom, espremi a água que ainda se encontrava em cada fio. saí do quarto de banho, permitindo assim a passagem de mais uma; a payton. escolhi a roupa interior, seguidamente escolhi a roupa que iria usar. peguei nas sapatilhas que se encontravam debaixo da cama e calcei-as. soltei o cabelo da toalha e ajeitei-o com as mãos, adorava o toque natural com que ele ficava depois de molhado.

abri a caixinha que tinha sobre a mesinha de cabeceira e tirei de lá os acessórios que iria usar, coloquei desodorizante e um bocado de perfume, ficando assim pronta.

saí da camarata e dirigi-me ao covil da cobra - lê-se: gabinete da directora -, assim que lá cheguei bati duas vezes, ao que fui convidada a entrar. abri a porta, sendo minuciosamente observada por uns olhos cor de chocolate.

directora: sente-se, cailtin - indicou-me a cadeira - certamente deve saber do que se trata.

eu: por acaso até não - ousei responder.

directora: então vamos ver se lhe avivo a memória, ontem mais ou menos por esta hora teve uma discussão com a minha filha, estou errada ? - ai como eu odeio estas perguntas retóricas, ela já sabia a resposta para quê então perder tempo com a pergunta ?

eu: correcto - revirei os olhos - mas foi ela que começou.

directora: não foi isso que me disseram - claro que não coisa retardada, achavas mesmo que a tua filha se iria queimar ? - eu já lhe tinha avisado o ano passado que não queria mais conflitos aqui, ainda para mais com a minha filha.

eu: adoro quando tenho oportunidade de me defender, a sério - ironizei.

directora: a caitlin nunca aprende, pois não ? - abanou a cabeça num gesto reprovador - terei que a castigar.

eu: o quê ? que eu saiba para ter uma discussão são precisas duas pessoas, se não seria um monologo ! - contrapus - não é justo ser sou eu a castigada.

directora: habitue-se a uma coisa, caitlin: o mundo não é justo.

eu: com pessoas como a directora a viver nele, não é mesmo ! - irritei-me com a sua argumentação.

directora: sabia que eu a posso expulsar por me faltar ao respeito, não sabia ? - ameaçou-me.

eu: sabia, mas sei ainda mais que se eu fosse expulsa iria perder pelo menos mais duas pessoas - calei-a instantaneamente.

directora: vai tratar hoje da organização da cozinha - mudou de assunto - e que isto não se repita !

eu: isso já não lhe garanto - provoquei e levantei-me da cadeira, pronta para sair.

directora: pensando bem, também quero um bolo para sobremesa desta noite, trate disso - esboçou um sorriso bastante cínico.

eu: e uma plástica nessa fronha, também não quer ? - murmurei.

directora: o quê que disse ?

eu: adeus ! - fechei a porta com imensa força, causando um estrondo enorme.

o meus pés pareciam paralelos atacando a terra, dos passos tão pesados que dava. aquela mulher conseguia ser pior que a filha e olha que isso é praticamente impossível. excomungada de uma figueira, devia de morrer de uma forma tão, mas tão dolorosa que até no leito da sua morte ainda pensava nisto que me fez ! e depois ainda querem que goste de romenas, meu pai !

ele: com tanta delicadeza, tenho medo que te desmanches - ironizou, fazendo-me prender no chão.

encontrava-se à minha frente, sentado nas escadas com um sorriso totalmente trocista, mas que não deixava de lhe por um ar sensual. com o seu ar mais natural, levantou-se e caminhou até mim. acariciou-me o rosto, assim que houve proximidade suficiente.

ele: diz-me lá, que se passou ? - começou a brincar com o meu cabelo.

eu: estou de castigo, porque a maja é cabra e foi fazer queixa de mim à cabra sénior - disse irritada.

ele: e qual é o castigo ?

eu: organizar a cozinha e fazer um bolo - fiz bico, mostrando o meu desagrado com aquilo.

ele: já sabias que isso ia acontecer, ela nunca joga limpo - relembrou.

eu: jogando limpo ou não, desta vez não leva a sua avante - relembrei a sua ameaça.

ele: ahn ? quando começares a fazer sentido, eu irei de bom gosto ter uma conversa contigo - gozou-me - precisas de ajuda ?

eu: para quê ? - ergui a sobrancelha, completamente confusa.

ele: como já estás vestida e não fazes intenções de te despir tão cedo, acho que é para cumprires o castigo.

eu: não gostas da minha roupa ? - perguntei escandalizada.

ele: gosto, mas gosto ainda mais quando estás sem - esboçou um sorriso totalmente perverso.

eu: e para quê que me querias nua, bieber ? - provoquei.

ele: para ver qual a forma da perfeição - mordeu o lábio inferior, esboçando logo de seguida um sorriso.

eu: www.comoengatarumamiuda.com ? - gozei com ele.

ele: não, www.comocalarumamiudaqueadorafazer-sededesentadida.com - sorriu triunfante.

eu: olha eu vou indo, que a cozinha não se arruma sozinha - dei-lhe um beijo no rosto - até logo.

ele: nãah, nãah - rodeou a minha anca com o seu braço, impedindo-me de dar mais um passo que fosse - não é assim que se despede - puxou-me mais para si, acabando por colar as nossas bocas. sem dar conta já as nossas línguas estavam numa luta contra o tempo, só elas entendiam o desejo que sentíamos um pelo outro. o beijo dele era como o álcool, uma vez experimentado não se quer largar nunca. todo ele era viciante, o seu sorriso, o seu olhar, o seu beijo, o seu jeito natural de arranjar o cabelo, o seu toque, então o seu cheiro era algo que me deixava totalmente vulnerável, ai como eu odiava todo esse seu poder sobre mim. a nossa maior inimiga deu ar da sua graça: a falta de ar.

eu: vou ter que ir - tentei acalmar a minha respiração que teimava estar acelerada.

ele: eu quando ofereci a minha ajuda não estava a brincar - disse sério.

eu: mas tu nem sequer participaste na discussão, aliás foste o que ficou mais calado.

ele: e ? não quer dizer que não estivesse pronto a defender-te se ela ousa-se te ofender - sorriu-me - pimpie, eu não minto quando digo que podes contar comigo.

eu: nem questiono mais, anda então - sorri e soltei-me dos seus braços, sendo seguida por ele.

quando entramos na cozinha quase tive um colapso, óh por amor de Deus, nem a santa Seia teve tanta louça para lavar ! 

ele: bii, alguém teve imenso trabalho em sujar isto tudo para ti - riu-se - talvez no natal acabemos isto, quem sabe.

eu: o mais tardar, páscoa - ri-me também - vamos lá começar - avancei até a um armário que lá tinha.

ele: vais limpar o pó ? - perguntou assustado.

eu: não, idiota - ri-me - vou pôr música - comecei por pôr a tocar o cd que lá estava, para minha surpresa tratava-se do cd da selena, tirei-o logo assim que o ser que estava atrás de mim me deu um berro, ordenando que mudasse aquilo. eu podia ter os meus problemas, mas ele ? vencia-me de longe. fui procurando cd's que se encontravam ao lado, escolhendo assim um cd que parecia ser pirateado, quando carreguei no play fiquei totalmente agrada, em ouvir uma música dos skins, ai como eu adorava essa série. e então o sotaque britânico deles ? era qualquer coisa de outro mundo.

começamos então a arrumar aquele caos, eu lava a louça e ele colocava-a dentro do armário, mesmo sem a secar. homens. demoramos cerca de uma hora, lembrando seguidamente que iríamos ter que sujar mais louça para o raio do bolo.

ele: terminamos, finalmente ! - sentou-se em cima da mesa, convencido de que ficaríamos por ali.

eu: falto o bolo, filho - ri-me - levanta-te lá daí e ajuda-me a prepará-lo.

ele: lá para a romena - suspirou - já sabes que bolo vais fazer ?

eu: ainda não, alguma ideia ?

ele: faz bolo podre - sugeriu com uma normalidade incrível.

eu: mas tu 'tás parvo ? - perguntei chocada.

ele: és mesmo inculta - riu-se - o bolo não é podre, o seu nome é que é assim.

eu: ah, fico mais descansada - ri-me com a minha estupidez - e sabes a receita ?

ele: nem por isso - mordeu o lábio inferior - pensei que conhecesses.

eu: mas não conheço - dei de ombros - acho que vou optar pelo simples e saboroso bolo de iogurte.

procurei pelos ingredientes, acabando por os encontrar. se havia bolo prático de fazer, era o bolo de iogurte. coloquei tudo em cima da banca e dirigi-me até ao rádio, para mudar o cd que já tinha acabado à bastante tempo. escolhi um dos fingertips.

ele: precisas de ajuda ?

eu: por acaso, sim - ri-me - preciso que me arranjes um recipiente para colocar os ingredientes.

ele: está bem - foi à procura de um, demorando menos de 3 mints até o encontrar, entregou-mo para eu começar a minha linda receita super elaborada. sentiram a minha ironia ?

a massa já estava pronta para ir ao forno, a forma também já estava banhado em manteiga e farinha. despejei toda a massa para dentro dela e coloquei no forno.

estava toda cheia de farinha, conseguia estar num estado bem pior que a cozinha. fui brindada pelo seu riso melodioso, que tantas vezes me fazia perder a noção da terra e do mar.

ele: estás ainda mais branca do que já és - gozou-me.

eu: realmente tu és muito moreno, meu amor - ironizei.

ele: pelo menos não estou todo cheio de farinha como tu - riu-se.

eu: cuidado com o que pedes - coloquei a mão dentro do saco da farinha e mandei-lhe à cara, acabando por me derreter toda nas minhas próprias gargalhadas. mesmo que quisesse fugir do seu olhar ameaçador não conseguia, estava totalmente paralisada de tanto me rir.

ele: eu-vou-te-matar - disse pausadamente, enquanto retirava o resto da farinha da roupa.

eu: ui, que medo - continuei o meu ataque deficiente de riso.

sem dar conta, já ele estava agarrado a mim, sujando-me ainda mais. colocou a mão dentro do saco da farinha e começou a mandar-ma. não tinha muito por onde fugir, visto estar presa nos seus braços. não consegui controlar o riso, acabando ele por ser contagiado. inclinei a minha cabeça para cima, assim que percebi que tinha parado de me sujar. os meus olhos misturaram-se no seus cor de mel, ainda continham o seu brilho especial, ainda continham o seu mistério e acima de tudo, ainda continham o seu poder sobrenatural sobre o meu indefeso corpo. a minha boca foi contra a dele, dando-me mais uma vez a hipótese de sentir o seu sabor. muita gente caracteriza o gosto do beijo de uma pessoa, por alguma fragrância que conhece, estranhamente eu não consigo fazer o mesmo. o seu sabor era único, nunca o tinha sentido antes. não sabia a morango, não sabia a menta, sabia sim a justin.

estranho, não ? provar alguma coisa e não a conseguir descrever ou caracterizar. mas também tudo em nós era assim: estranho.

pegou em mim ao colo, fazendo com que as minhas pernas rodassem o seu corpo ainda em desenvolvimento, mas que já davam indícios de vir a ser bem delineado. colocou-me em cima da bancada, separou a sua boca da minha, atacando logo o meu pescoço com os seus beijos demorados e arrepiantes. as suas mãos começaram a percorrer o meu corpo, chegando então ao bocado de tecido amarelo que tapava, até então, o meu peito. tratou logo de se livrar dele, mandando-o logo de seguida para o chão. sem qualquer acanhamento, atacou o meu peito - ainda coberto pelo soutien - com as suas mãos fortes, mas suaves. começou a criar uma linha imaginária do meu pescoço até à minha boca, com beijos. chegando então ao seu local de origem: a minha boca fina e delineada pelo um tom rosado.

olhou-me nos olhos, assim que me torturou inocentemente: acabando com o beijo; os seus olhos nutriam um desejo que por mim era desconhecido, mas que também era bastante delicioso. sem nunca deixar de o olhar, retirei-lhe a t-shirt cinzenta que lhe protegia o peito. fazendo-o afastar as suas mãos do meu peito não tão volumoso assim, beijei-lhe o ombro acabando por o morder, e ouvir uns gemidos baixos da sua parte, que me estavam a dar demasiado prazer. fui deslizando a boca até chegar ao seu pescoço, não podendo deixar de lhe fazer um pequeno - ou não tão pequeno assim - chupão, seguido por um beijo leve e rápido. ainda com as pernas à volta da sua anca, comecei a sentir um pequeno volume vindo dos calções. mordi o meu próprio lábio quando senti a sua excitação a aumentar cada vez mais.

ele: tu deixas-me completamente fora de mim, miúda - sussurrou-me ao ouvido enquanto acariciava uma das minhas coxas.

eu: adoro ver que me desejas - retribui-lhe o sussurro, seguido por uma leve mordida.

em sinal de resposta, deslizou a sua boca até ao meu peito. acabando por o beijar suavemente, me deixando completamente arrepiada. o meu corpo estava à sua mercê, e ele sabia-o tão bem quanto eu.

sem poder prolongar mais aquela brincadeira, o forno começou a apitar, numa espécie de aviso de que o bolo já estava pronto. numa demonstração do seu desagrado, soltou um grunhido, afastei-o de leve de mim e saí de cima do balcão. peguei na minha camisola, que se encontrava no chão todo cheio de farinha e vestia-a. abri a porta do forno e protegendo as minhas mãos com panos retirei-o de lá de dentro, deixando-o arrefecer um pouco. deitando-o depois em cima de um prato, ficando assim pronto.

ele: espero mesmo que sejas saboroso, é que por tua causa fiquei no vácuo - falou de uma forma frustrada para o bolo, fazendo-me ter um ataque de riso. e ainda dizem que as mulheres são exageradas.

directora cabra ? presente aqui.

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 06:15
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54 pintinhos piu:
De agnes hope a 24 de Agosto de 2011 às 14:01
este sim, foi um capítulo à maneira :b
adorei.
De anne a 24 de Agosto de 2011 às 14:16
e eu a pensar que iam fazer sexo no meio da farinha uu
De dan a 24 de Agosto de 2011 às 14:26
adoro a dedicação mega fofa no inicio, adoro o capítulo, adoro esses promenores windos q metes aí (aí maria, só tu u.u), epá, é que ADORO mesmo, e mais não digo :c
De ▲ máei a 24 de Agosto de 2011 às 15:12
mais uma vez, adoro o pormenor da selena, adoro mesmo x)
ameiiii, está lindo *-*
De petra. a 24 de Agosto de 2011 às 15:45
morri com este capitulo. adorei haha
De Liliana Maria a 24 de Agosto de 2011 às 15:52
adoro a Caitlin e o Justin :D
beijinho
De Dih'h ❁ a 24 de Agosto de 2011 às 15:55
Tu não sabes o quanto me fartei de rir! xDD
A Cait e' mesmo fodida xpp
"...por tua causa fiquei no vácuo..." esta foi demais!
Aahahahaha XDD
O melhor dos melhores! :D
De carina soares a 24 de Agosto de 2011 às 18:06
e lá estás tu a deixar-me a pensar que eles iam "fazer amor" ahahaha xD
De Regina Oliveira a 24 de Agosto de 2011 às 18:07
- LINDOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOOO !!
- mas será que é mesmo preciso eu dizer que adorei ??? está fantástico , posta rápido (: .
De maggie. a 24 de Agosto de 2011 às 20:34
ui, sempre algo a interromper :c
tem bom aspecto, o bolinho. o pior é quem o vai comer.
espero mais :33

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