The Only Exception
Quarta-feira, 27 de Julho de 2011

ss - sexto. ♥

então isto é o seguinte: como muitos devem ter ouvido, eu fui plagiada - ýa filipa, estou a falar de ti - mesmo havendo gente incentivando isso, com falinhas mansas do tipo "aqui ninguém é famoso, portanto não é crime" ou ainda pior, chamarem-me a mim e as pessoas que me estavam a ajudar de cabras invejosas, eu continuo a achar que isso é resultado de uma grande perturbação. é que por amor de Deus, aquela rapariga devia ir para o guinness de tanta coisa que já plagiou. g-suis !

eu agora tenho algumas questões a colocar, é que (re)li a fic da filipa, ou devemos tratar por pipa ? tanto faz, eu então (re)li a fic dela - ou então não, posso dizer que é minha, certo ? - e fiquei um bocado confusa. tipo: a gaja está num avião e quer ir para uma piscina  ? - bastante lógico, é super natural dar esses chiliques às pessoas -, depois existe um ser que manda ter cuidado com a linguagem quando a pobre da rapariga apenas diz "deves achar que tens piada" - porque será que isto me faz lembrar a mãe da brenda ? ah, já sei ! porque provavelmente também foi copiada -, seguidamente a isso existe dois seres que se põe a discutir do nada, realy ? - e nem preciso de dizer que essa conversa foi escrita por mim, e só para esclarecer: na altura que a escrevi ela enquadrava-se no momento que estavam a passar, ao contrário dali -, mas o mais chocante de tudo - incrível, há coisas mais chocantes - é que aquele ser copiou o meu 3 cap, quase todo, só que burra como é não o alterou -.- tipo: filhota, se tu divides o quarto com o justin como é que ele te pode perguntar por as outras pessoas ? ou pior: como é que tu, após dizeres que foste seguida do quarto para o refeitório - ahah, cena minha ! - podes-te sair com um "quando saí do quarto, elas ainda se estavam a arranjar", mas como não te contentas-te em acabar de vez com aquilo, ainda colocas-te a parte em que ele refere que talvez ela o ande a espiar enquanto ele se encontra na camarata com os rapazes, tu decide-te ! ou eles partilham o mesmo quarto, ou estão separados. é que isso de estar em dois sitios ao mesmo tempo, só resulta nos filmes, ou se tiveres um gémeo. ah, e uma coisa óh inocente: sabias que se eles foram mesmo para a cama, ela tinha que o ver nu não sabias ? é que parece que não. é que nem essa parte tiras-te o.o ah, e é bom saber que a cailtin não esperou por alguém com quem não esteve desde o dia anterior. tu arrumaste-me para canto, sem duvida alguma. é que tipo: com tanto tempo de plagio podias saber fazer as coisas melhor, mas não. principiante. -.-

ah, olha fofinha: este post também vai ter alteração de hora e data, sabias ? cresce, que estás a precisar seriamente. e quero lá saber que digam que eu tenho a mente podre, ou lá o que é. estou no meu direito, as fic's são minhas e eu reajo como eu quiser. e tenho dito !

já agora: se conseguiram ler isto até ao fim, avisem-me. porque merecem mesmo uma prenda ahahah.

capítulo da d éme. ♔

fomos avisados de que a actividade de hoje seria a busca ao tesouro. todos os anos o fazíamos. baseava-se tudo na compreensão dos versos, após o percebermos tínhamos que ir ao locar indicado. os primeiros, ganhavam - como é óbvio.

arranjei-me, prendi o cabelo numa trança que caía para o ombro. coloquei um pouco de perfume e saí do quarto. pude ver que já toda a gente estava alinhada em filas.

monitor: caitlin, visto que chegas-te atrasada vais ter que ficar com quem restou.

eu: que foi ... ? - admito ter ficado preocupada.

monitora: o mestre do atraso, claro - riu-se - o justin.

ele: eý, até parece que costumo chegar atrasado - defendeu-se - isso só acontece de vez em quando.

payton: à dezassete anos - riu-se, fazendo-nos também rir.

ele: ahah - forçou o riso - deves querer um filho meu, só pode.

will: acho que isso é a caitlin - fez-me ficar envergonhada.

eu: porquê que sempre que alguém tem alguma discussão tem que me incluir ?

will: é bacano - riu-se - mas menti ?

eu: ýa ! eu não quero ter filhos tão cedo - ripostei.

chris: isso eu acredito, mas agora quanto a não quereres treinar com o justin, já não - riu-se.

eu: és meu irmão, devias estar do meu lado anormal - contrapus.

chris: a verdade não tem lados ou laços sanguíneos - defendeu-se.

eu: pois não, mas tem marcas - ameacei-o.

will: andas-te a dar demasiado com a ruth - culpou-a pela minha agressividade.

eric: então meu ? o quê que a minha miúda tem a ver com isso ? - defendeu-a.

will: também é agressiva - olhou para ela - com uma aparência tão doce, mas com um feitiozinho ...

ruth: deves querer levar na boca, só pode - fez-nos rir a todos.

monitor: e se se deixassem de conversas paralelas e prestassem atenção à charada que vos vou entregar, não era uma boa ideia ?

payton: charada faz-me lembrar uma comida japonesa.

eu: qual ? - fiquei curiosa.

payton: não sei - deu de ombros - mas o nome lembra-me isso.

will: a payton e a sua lógica fenomenal - gozou.

payton: o will e o seu olho roxo - olhou-o de esguelha.

will: desisto ! eu vou ter que mudar de grupo, aqui as raparigas estão a ficar todas agressivas !

ele: deixa lá will, ainda haverá o dia que elas virão atrás de nós - tentou apoiá-lo, missão falhada justinzinho.

eu: e eu a pensar que já não se faziam crentes desse calibre, cada dia me surpreendes mais - provoquei, gerando um olhar perverso da parte dele. esta não apanhei.

monitora: eý pessoal, mulher aqui a tentar fazer o seu trabalho - riu-se.

monitor: não te esqueças do homem que também está a tentar fazer o seu trabalho - sussurrou-lhe, fazendo-nos rir. é, ele conseguia tudo menos falar baixo.

maja: sinceramente, nem sei para quê que a minha mãe vos paga - revirou os olhos - nem controlar esse pessoal sabem.

eric: querida maja, nunca mordas a língua - disse gentilmente.

maja: porquê ? - ergueu ambas as sobrancelhas.

will: porque podes morrer com o teu próprio veneno, naja - referiu o nome que dão às cobras na índia.

payton: podias dormir sem esta, cenoura - provocou ainda mais.

monitor: bem, espero que tenham ouvido as nossas regras - olhou para nós - portanto, vou já entregar o envelope com a charada.

ruth: está bom - riu-se - ninguém ouviu, mas isso já não é novidade.

monitora: 3 anos e nada muda, sinceramente - riu-se.

quando abrimos o envelope deparamos-nos com uma frase de camões. era só essa a frase que conhecia, de resto nunca tinha lido.

« o meu sabor é diferente, não se nasce imponente.

um ritmo suave de encanto e sedução, foi companheiro de longas horas de serão

guia o teu olhar para o primeiro rio destas linhas e acharás o segundo de seguida

uns confiaram no sol, outros na terra, e já se usou água com a mesma ideia

a ave não voa, está em cativeiro.

"mudam-se os tempos, mudam-se as vontades" »

separamos-nos todos, ficando assim sozinha com o justin. pouco pude perceber da charada, ainda para mais com ele a cantar. e eu a pensar que isso era uma mania de rapariga.

eu: podes-te concentrar ? - olhei para ele.

ele: não consigo - olhou para as minhas pernas - não tenho culpa.

eu: e não consegues porquê ? posso saber ? - parei de andar.

ele: as tuas pernas estão a retirar toda a minha concentração - olhou-me nos olhos - não sabes andar de calças ?

eu: hello ? é verão, está calor. haveria de andar de calças porquê ?

ele: para não causar este tipo de coisas em mim - defendeu-se.

eu: não olhes, é simples - tentei criar uma linha de raciocínio.

ele: fácil falar - mordeu o lábio - se fosses rapaz compreendias.

eu: mas não sou, deixa de ser tarado - bati-lhe no braço e continuei a andar.

ele: percebeste ao menos a pista ? - mudou de assunto.

eu: só a parte de que se tem um verso de camões, de resto não.

ele: ele fala de olhares - constatou o óbvio - e por falar neles, sabias que adoro o teu ?

eu: eu vou-te bater se não paras com isso - ri-me.

ele: ui, bater como ? - subiu e desceu as sobrancelhas num movimento sincronizado.

eu: ai que porco ! - ri-me ainda mais.

ele: senhor porco, se faz favor. não te faltei ao respeito, portanto há que me tratar com educação.

eu: porquê agora ?

ele: hãn ? -  perguntou confuso.

eu: porquê que decidis-te agora tentar algo comigo ? assim do nada - parei e olhei-o.

ele: não foi do nada - mordeu o lábio - já à bastante tempo que o queria fazer.

eu: exactamente à quanto ? - estava a ficar bastante confusa.

ele: dois anos - sussurrou, não me permitindo perceber.

eu: quê ? repete, que eu não percebi.

ele: acho que se pode estar a referir ao rio, tipo: o seu sabor é diferente, costuma-se passar lá muito tempo. e olha só o trocadilho "guia o teu olhar para o primeiro rio destas linhas e acharás o segundo de seguida" - mudou totalmente de assunto.

eu: és capaz de ter razão - tentei disfarçar a minha irritação, pela sua falta de coragem.

chegamos até ao rio, já se encontravam lá algumas pessoas. boa, numa coisa o justin tinha acertado. odiava ficar com dúvidas, era algo com que eu não lidava lá muito bem. e ele estava-me fazer ficar com imensas. custava assim tanto ser sincero uma única vez ?

ele: é suposto encontrarmos algo ?

eu: não sei - disse seca - mas provavelmente sim.

ele: tipo, diz-me algo que te faça lembrar essa pista.

eu: uma garrafa ! - disse quase sem pensar - é isso !

ele: como assim ? vamos beber ? - riu-se.

eu: não seu atrasado - revirei os olhos - devemos procurar por uma garrafa.

ele: para isso basta irmos à cantina !

eu: ai tu irritas-me tanto - tentei-me controlar - está tudo relacionado com uma garrafa.

ele: para além da sede que estou a sentir, não vejo como é que isso pode estar relacionado, mas está bem.

eu: " o meu sabor é diferente, não se nasce imponente." bebidas ! "um ritmo suave de encanto e sedução, foi companheiro de longas horas de serão" quase toda a gente, quando passa horas acordado tem o hábito de beber, principalmente álcool se se estiverem a referir a marinheiros. quanto àquilo do rio e encontrarmos a resposta, ou lá o que era, significa que a garrava provavelmente se encontra dentro de água. ou então, foi apenas uma maneira de nos trazer até aqui. "uns confiaram no sol, outros na terra, e já se usou água com a mesma ideia" maneira de se comunicarem, uns era por terra, outros por ar, daí o sol. e finalmente, por água. ou seja: garrafinhas fofinhas para todos - fiz uma voz totalmente esganiçada - "a ave não voa, está em cativeiro" o tal tesouro encontra-se dentro da garrafa, ou seja: está preso e por último, a grande frase de camões: "mudam-se os tempos, mudam-se as vontades", mudou-se a época, e mudou-se com ela a maneira de comunicação - fiquei feliz comigo mesma pelo raciocínio.

ele: mas tu pensas - fingiu-se surpreendido, ai como ele tinha alturas que me irritava - agora achas que está onde ?

eu: provavelmente na água - olhei para ele de uma forma provocadora - adivinha como lá vamos chegar.

ele: como ? - justinzinho, vais ser finalmente útil para mim.

eu: vais mergulhar e procurar - sorri - o cérebro é meu, o corpo é teu.

ele: sabes bem que o meu corpo também pode ser teu, basta pedires - mordeu o lábio inferior.

eu: hmm, isso é uma promessa ? - comecei a entrar no jogo.

ele: pode ser, basta quereres - aproximou-se de mim - eu mergulho, e em troca quero uma noite contigo.

eu: feito - sorri maliciosamente - se achares o tal tesouro, teremos uma noite juntos.

ele: só tu e eu, nada de payton ou quem quer que seja - agarrou-me pela cintura, juntando os nossos corpos.

eu: nem eu tinha pensado nisso - olhei-o nos olhos - agora vai lá, que eu quero ganhar.

ele: tu e eu, e não é só esta caça ao tesouro estúpida - sorriu-me e colou somente os nosso lábios, afastando-se depois.

caminhou até ao lago - fico sempre na duvida se devo tratar aquilo por rio ou lago, mas pronto: uns dias será rio, noutro lago - tirou a camisola, e retirou as sapatilhas. ficando somente de calções. mergulhou, e por momentos deixei de o ver. que é feito da água transparente ? só existes no banho e dentro dos copos, é ? sua falsária ! tempos depois de ter ficado bem renegada à espera daquele traste loiro, vi-o a sair do rio.

ajeitou o cabelo com a mão livre, visto que a outra segurava um objecto. ajeitou os cabelos e veio até mim, com um sorriso vencedor. uhuh, este ano a vitória era nossa !

ele: tinhas razão, era mesmo uma garrafa - entregou-ma.

eu: tanto tempo ! pensei que a tinhas ido fabricar, sinceramente - revirei os olhos.

ele: desculpa lá, se o raio da garrafa estava com uma corda presa a uma pedra lá do confins - protestou.

eu: abrimos a garrafa ? - mordi o lábio.

ele: espera pelos monitores, já vêm aí - apontou para duas pessoas que se aproximavam de nós.

monitora: muito bem, acabou o tempo ! - falou alto para captar a nossa atenção - alguém conseguiu encontrar o tesouro ?

ele: eu ! - levantou o braço, virando as atenções para nós.

eu: nós, queres tu dizer óh coisa grunha !

ele: isso, o meu corpo e o teu cérebro, tinha-me esquecido - gozou.

monitor: ai é ? e partilhem lá o que é - riu-se.

ele: para já só encontrei a garrafa, julgo que o tesouro esteja lá dentro.

monitora: e julgas bem - riu-se - vocês ainda não abriram ?

eu: não, achamos melhor esperar por vocês.

monitor: pronto, agora já não há motivos para não abrirem - encorajou-nos a descobrir o que se encontrava dentro daquele objecto de vidro.

abri a garrafa, com alguma ansiedade para saber o que se encontrava lá quando caíram de lá duas pulseiras do equilíbrio, um preta e outra branca na minha mão. eita lélé, que tesouro mais frouxo ! continha também um papel, estava um pouco amachucado, mas nada que afectasse a sua percepção.

« neste mundo não existe nenhuma tarefa impossível, se existe persistência » - li em voz alta

ele: óh stor, até que está a começar a saber escrever umas frases todas catitas - comentou ao ler a frase que se encontrava no papel.

maja: é um provérbio chinês, seu ignorante !

will: tu, calada - olhou-a de lado - a frustração é lixada.

maja: frustração de quê ? - fez cara de nojo.

ruth: de não teres ganho - imitou a sua cara - ah, e também de teres essa fronha - rimos-nos todos.

maja: na altura que deixares de ser cabra, vem falar comigo - olhou-a com desdém.

payton: upps, acho que alguém deixou um espelho por aí. tenham cuidado para não o calcar - troçou.

maja: nem sequer valem a pena - virou costas e saiu.

eric: e quando não há argumentos - estendeu os braços na sua direcção.

monitora: é impressionante a capacidade que vocês têm de a fazer ir embora.

ele: é, somos mesmo fixes - riu-se.

will: e como fixes que somos, temos fome - protestou.

payton: tens sempre, é impressionante - sorriu-lhe.

will: sabes bem que o meu apetite é incontrolável e insaciável.

payton: óh se sei - mordeu o lábio, é o bicho vai pegar !

eric: deixa-te lá de te fazeres à minha irmã, e vamos comer - deu-lhe um cachaço.

ruth: vês ? não sou só eu a agressiva - riu-se.

will: já reparei - esfregou o pescoço - estão bem um para o outro.

eu: o chris ? - olhei para todos os lados, não o conseguindo ver.

payton: a sophie voltou, queres mais explicações ? - riu-se.

eu: nenhuma - ri-me também.

monitor: bem cambada, vamos lá almoçar ! - dirigiu-se até ao refeitório, sendo seguido por toda a gente.

todos menos eu e o justin, claro. sem estar à espera retirou-me as duas pulseiras da minha mão. com a sua mão direita, puxou o meu braço. colocando de seguida a pulseira branca, entregou-me a preta para a mão e esticou ele o braço direito, brindando-me com um sorriso. fiz-lhe o mesmo, sem sequer perceber o porquê daquilo. ele quando queria conseguia ser muito estranho, mas de uma forma carinhosa. bizarro.

eu: não entendi - olhei-o séria.

ele: encara isto como algo que nos una, mas de uma forma visível - rodou o corpo, colocando-se à minha frente.

eu: tipo aliança ? - não consegui não rir com essa ideia.

ele: sim - colocou uma mexa do cabelo, que estava quase na frente dos meus olhos.

eu: isso é estranho - acariciei-lhe o rosto - mas bom.

ele: assim como nós - sorriu e aproximou o seu rosto do meu - espero que cumpras o que prometes.

eu: sempre - mordi o lábio ao perceber onde ele queria chegar com aquilo.

ele: ainda bem, porque eu cobro sempre o que me prometem - mordeu-me o lábio, puxando-o de seguida. aquele rapaz tinha uma certa mania de me deixar totalmente vulnerável.

eu: e se não cumprisse, o quê que farias ? - provoquei.

ele: de uma forma ou de outra iria-te fazer cumprir - sorriu-me - tu nem imaginas a capacidade que eu tenho para convencer as pessoas a fazer o que eu quero, ainda para mais quando elas também querem.

eu: e tu não imaginas a capacidade que eu tenho de resistir a falinhas mansas.

calmamente, levou a sua boca até ao meu ouvido, fazendo-me instantaneamente arrepiar. se havia algo que me deixava fraca, era o ouvido e o pescoço.

ele: ao que percebi ainda não resististe a nada que eu fiz - mordeu-me o lóbulo.

eu: ainda não fizeste nada de mais, para ter que resistir - ripostei.

ele: amanhã à noite, vais ser minha. com ou sem resistências, beadles - sussurrou, fazendo-me arrepiar por completo. e para piorar, ainda soltou um daqueles seus risos nasais, que só costumavam significar uma coisa: ele tinha vencido, e não se referia de todo à nossa caça ao tesouro.

 *a charada toda fofa, é da junção de 3 episódios de 'o clube das chaves'.

estás a ler:
publicado por p;αndяαde. ॐ às 11:00
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58 pintinhos piu:
De NOVO BLOG acupoftea.blogs.sapo.pt a 27 de Julho de 2011 às 11:08
quero o meu prémio xD * just kidding *
tipo, eu fiquei '' wtf? '' . o que me ri ahahahah
e essas gajas que a defendem deviam saber o que era ser plagiada --'
De dan a 27 de Julho de 2011 às 11:15
AI COISA MAIS LINDA ! AQUELES JOGOS DO JUSTIN ! JESUUUUUUUUS.
ps: eu li o texto para a outra amostra de gente .|. pega de merda -.-
ps1: QUERO MAIS, DEPRESSA PORQUE EU SOU A TUA FAN NUMERO 1 TODA FOFUXA! :$$$$$$$ ahaha
De Martinha ;) a 27 de Julho de 2011 às 11:27
Eu li até ao fim! E sinceramente, essa miúda é mesmo tótó. Como é que ela pode plagiar alguém e depois andar a misturar tudo? Não percebo... Mas também ela deve ter feito isto precisamente para não percebermos. haha
De Liliana Maria a 27 de Julho de 2011 às 11:41

Estou a adorar o joguinho deles,
ansiosa para o próximo capítulo(como sempre) :D
kiss
De Miss Private ™ a 27 de Julho de 2011 às 11:48
-' omg omg omg oo'' eo rir me tanto com este capitulo x)
...OO'' gosh.. ''amanha a noite vais ser minha.'' OO'' WTF?! morri*

posta +++++

-' OO'' heiche cum caneca.. essa miuda tem uma pancada..deve snifar ca sah farta oo''..ainda ta digo mais..aqelas alminhas qe (ainda) a defendem, (sem ser ela propria, claro!) devem ser mesmo gentinhaa insignificante x.x

bijoo
o/ hasta
De Martinha ;) a 27 de Julho de 2011 às 11:49
Eu já fiz um "bom" comentário no blog dela. Ela se calhar nem vai ler, mas não interessa. Só espero que ela também não me roube a minha fic!
De a a 27 de Julho de 2011 às 11:54
estes jogos deles, cum carago, são mesmo woow xD
De raquel a 27 de Julho de 2011 às 12:10
Tenho pena que isso tenha acontecido, porque eu até lhe foi fazer um apelo, muito bem educada, para ver se ela parava com o plágio. Eu até podia escrever sobre isto outra vez, mas infelizmente não me parece que mude alguma coisa. Lá vergonha na cara não tem ela. Enfim, deprimente.
De carolina lewis a 27 de Julho de 2011 às 12:11
o justin é tão fofo, jesus fucking christ! quero mais ;)
De Suzzie a 27 de Julho de 2011 às 12:33
Gostei muito*.*


Vamos ver se aquela Filipa vai ter a lata de vir copiar também este capitulo =O


Quero mais, posta rápido (A)

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